post

Quilombolas camaleões

A injustiça atrai a injustiça, a violência gera a violência – (Henri Lacordaire)

A aberração denominada Constituição de 88, aprovada por desassisados legisladores, entre tantos desatinos estabeleceu direitos especiais para pseudos quilombolas. Quilombolas é o nome que se dá aos escravos refugiados em quilombos, ou de descendentes de escravos negros fugitivos, que se estabeleceram em comunidades chamadas quilombos. Hoje, são milhares as comunidades ditas quilombolas que reivindicam direito de propriedade de terras Brasil afora por causa das antigas aldeias.

O mais famoso desses quilombos, o de Palmares, tornou-se notório quando comandado por Zumbi, Rei dos Palmares. Reunia cerca de 30 mil pessoas. Sua área aproximava-se à de Portugal e situava-se no interior da Bahia, hoje estado de Alagoas.

Embora cantado, decantado, estabelecido como herói magnânimo, idealista, nobre e altruísta, historiadores contestam essas qualidades, todos esses atributos e suposto heroísmo.

“Os escravos que se recusavam a fugir das fazendas e ir para os quilombos eram capturados e convertidos em cativos dos quilombos. A luta de Palmares não era contra a iniquidade desumanizadora da escravidão. Era apenas recusa da escravidão própria, mas não da escravidão alheia.[…]”.

Outro historiador sério, José Murilo de Carvalho, em “Cidadania no Brasil” (pag 48), “os quilombos mantinham relações com a sociedade que os cercavam, e esta sociedade era escravista. No próprio quilombo dos Palmares havia escravos. Não existiam linhas geográficas separando a escravidão da liberdade”.

“Depois de feitas as pazes em 1678, os negros mataram o rei Ganga-Zumba, envenenando-o, e Zumbi assumiu o governo e o comando-em-chefe do Quilombo.”.

O despotismo teria sido uma das marcas do “rei” Zumbi, sustenta respeitáveis historiadores: “Se algum escravo fugia dos Palmares, eram enviados negros no seu encalço e, se capturado, era executado pela ‘severa justiça’ do quilombo.”.

Mesmo assim, desde a sinistra constituição de 1988, a farra das indenizações abundam, aos montes, Brasil afora, Ao seu favor, o desconhecimento, a esperteza, o desinteresse pela coisa pública, e ainda o apoio da imprensa, que há muito esqueceu-se de seu papel questionador, limitando-se a abraçar as causas interesseiras.

Interesseiras como o de incitar a cizânia, fomentando uma guerra racial com o respaldo, o incentivo e o patrocínio governamental. Um estímulo à radicalização encontra-se no Decreto de número 4.887, de 20 de novembro de 2003, assinado pelo então presidente Lula. Garante aos que se dizem remanescentes quilombolas o título definitivo de propriedade de terra, bastando a autodefinição para tal. No vale tudo, milhares de camaleões que adaptam a cor da pele de acordo as conveniências.

Diante da aberração oficial, multiplicam-se em todo o País as invasões por supostos descendentes de quilombolas que, apenas se apresentando descendente já é reconhecido legalmente dessa forma. No Rio de Janeiro, um grupo tentou tomar posse de uma área de proteção ambiental, há décadas sob os cuidados da Marinha do Brasil.

Para muitos especialistas no assunto, como o jornalista escritor Nelson Nunes Barreto, autor do livro A RevoluçãoQuilombola, o confisco de terras, mesmo as produtivas, a radicalização que promoveu com o Decreto, é um sinal claro de que a pretensão é promover a guerra racial no Brasil.

O conceito de quilombolas autodefinidos, além de desfechar um terrível golpe contra o já moribundo direito de propriedade, agita o Brasil de Norte a Sul, em conflitos raciais que põem em risco a paz em nossos campos e cidades. Se a revolução quilombola avançar, pode-se temer uma catástrofe de grandes proporções sociais e econômicas para o País, alerta o jornalista.

E isso não é difícil de constatar ou prever. Desde os fatídicos anos de Fernando Henrique Cardoso o Brasil promove leis separatistas, de apartheid, segregacionistas, privilegiando classes, acordo com a cor da pele, isso num País de miscigenação ímpar em todo o mundo.

Como em todas as ações de favorecimento, também nesse caso o decreto presidencial extrapola, radicaliza e cria “aberrante conceito de atribuição de terras desconhecido no direito dos países civilizados”. frisa Barretto.

Anúncios
post

Contra a energia mais cara do País, sujeira e poluição

Há dois dias às escuras, BH, sem criatividade, prefere queimar pneus à conta de luz e o Título de Eleitor

Grande parte da população de Belo Horizonte, Minas Gerais, está há três dias sem energia elétrica. Tudo por conta da tempestade que assolou a cidade na última quarta-feira. A Cemig, estatal elétrica que possui a energia mais cara do País e terceirizou tudo, sobretudo os lucros, não conseguiu, como sempre, normalizar o serviço e o caos atingiu milhares de famílias, comércio etc..

A Cemig, a energia mais cara do País, mostrou que não tem estrutura para anormalidades, sabe o trivial mundano, imprimir conta e mandar para o consumidor. Esse, por sua vez, não sabe nem protestar. Elege sempre os mesmos, aceita calado as explorações e, na hora que o bicho pega, só sabe gritar desafinado nos microfones das emissoras de rádio e por fogo em pneus, poluindo o ar e agredindo outros consumidores.

E foi isso que se repetiu pela milionésima vez na capital dos mineiros. O consumidor precisa melhorar a criatividade. Protestar, por exemplo, votando em branco, até que um dia os eternos governantes desistam.

A Assembléia do Amém tem os mesmos nomes há 256 anos. A Cemig, a energia mais cara do País, tem o mesmo presidente há 233 anos; a Prefeitura é ponto de rodízio. Sai Manoel, entra Joaquim; sai Joaquim, entra Manoel e assim sucessivamente. A Câmara de Vereadores, outro antro de… a mesma coisa.

Em resumo, o poder está, em sua maioria, sob o controle de medíocres, sem discernimento, sem senso, mas com elevadíssima capacidade e criatividade na arte de enriquecer rapidamente.  E tudo de pai para filho desde Tiradentes.

A cidade, cujos governantes têm a cara de pau de proclamar como a melhor qualidade de vida do País, não sabe o que é qualidade ou não tem noção do que é vida. Ou são cegos ou grandessíssimos mentirosos, hipócritas e demagogos, o mais provável e lógico. A maioria aposta que reúnem todos esses adjetivos e outros mais.

A cidade, que tem a melhor qualidade de vida e a energia mais cara do País, tem síndrome de abracursix. Vive com medo de algo cair na sua cabeça. Os mais temíveis, terríveis e constantes são marquises e árvores podres.

Aos demagogos, medíocres e sem discernimento mesclam-se os ecochatos, demagogos, medíocres e sem discernimento, que em nome da qualidade de vida, fazem os moradores arriscarem a vida sob a floresta hipócrita e demagoga de árvores podres.

Podres e imbecis como os governantes, os queimadores de pneus são os que elegem os mesmos há 356 anos, os mantém e os sustentam, brigam entre si, prejudicam-se mutuamente e, para completar, adoram interromper o trânsito, poluir o ar e gritar no rádio queimando pneu. Isso desde que o primeiro idiota teve essa grande e criativa idéia.

Quer protestar, queime a conta da energia mais cara do País. Pelo menos teremos luz e calor.

post

O comércio dos Projetos de Lei e “Os números que dão vertigens”

Câmara dos Deputados tem 30 mil Projetos de Lei

não votados e 975 emendas engavetadas

Meses atrás reservei um final de semana para percorrer todos os 56 legislativos dos estados, capitais e Distrito Federal, Senado e Câmara dos Deputados. Pesquisei projetos de leis (PLs) referentes apenas a bebidas não alcoólicas, refrigerantes, sucos, água mineral, energético etc.. Encontrei 487. Todos, de certa maneira, representando exigências, gerando gastos extras para os fabricantes e, evidentemente, produto mais caro para o consumidor. Tudo isso sem contar os demais 5 mil e tantas famigeradas câmaras de vereadores.

Os farristas do legislativo são exímios criadores de leis. Sem senso, mas excelentes economistas nas causas próprias, utilizam-se desse expediente como moeda de troca.Assim como fazem com o Executivo, por meio de chantagens e dificultando a aprovação de propostas, com os PLs criam dificuldades para vender facilidades na iniciativa privada.

No último dia 25, o jornal francês Le Monde, sob o título “Des chiffres à donner le tournis” que traduz-se em Números que dão vertigens, publicou um resumo sobre as quantas anda o Brasil de verdade, mas de quem pouco se fala. A reportagem contou 30 mil projetos e propostas legislativas pendentes no Congresso, com seus 513 deputados e 81 senadores. Projeta que menos de um em cada dez desses projetos será, um dia, votado.

Não observou o jornal que tratam-se de projetos para negociatas. Somente irão a Plenário se não surtirem efeitos nas negociações com os envolvidos, atingidos, interessados, direta ou indiretamente. São moedas, Letra de Câmbio, notas promissórias para barganha.

Contabiliza-se, ainda, 975 emendas constitucionais que não foram, sequer, apreciadas. Jazem em alguma gaveta até que suas ações se valorizem, ou em algum momento sejam oportunas para interesse grupal, pessoal, econômico, sobretudo. A mais antiga desses chamados PEC – Proposta de Emenda Constitucional – tem 16 anos de idade.

Neste domingo, 28 de maio de 2011, o jornal Correio Brazilense, de Brasília, reporta que nos primeiros 120 dias do ano os deputados, no DF cognominados Distritais, reuniram-se por 16 sessões e, na metade, faltou quórum. Nas demais, foram apreciadas moções, vetos e requerimentos. Os projetos ficaram de lado.

A primeira sessão do Legislativo do DF começou em fevereiro com a aprovação e pagamento do 14º salário e a programação do pagamento do 15º em dezembro. Com salário mensal de R$ 20 mil, os ilustres parlamentares têm, ainda, direito a inúmeros penduricalhos e isenções que, no milagre da multiplicação, mais que triplicam esses valores. No restante do País não é diferente. Em Minas, o Orçamento da Assembléia Legislativa, que não produz absolutamente nada de útil, é superior ao do município de Contagem, com 500 mil habitantes, na Região Metropolitana de Belo Horizonte e abarrotado de tudo quanto é tipo de problemas e carências.

O jornal francês lembra ainda a ascensão do Executivo sobre os demais poderes, ressaltando as fatídicas MPs, as medidas provisórias que fazem do Presidente da República o legislador de fato.

“O Congresso tem um talento único para não decidir. Porque ele é dividido, desintegrado em uma seqüência de interesses escusos e farras, sufocada pela burocracia, sujeitos ao clientelismo e expostos às pressões da presidência. Resultado, cabe, especialmente ao Executivo, legislar. A Constituição autoriza o chefe de Estado a tomar “medidas provisórias” há 20 anos: em média, uma MP por semana.”.O que quer dizer, fazer gato e sapato dos legisladores e chacota da população que elege e sustenta a todos.

Essas MPs também são lucrativas fontes de negociatas. A famigerada pauta trancada, nada mais é do que a cópia da chave do cofre para o esbanjamento e o desvio do dinheiro público. O mesmo que falta para os setores essenciais.

Enquanto não fazem nada sério, ou se o fazem são com outras intenções mais rendosas, os legisladores azucrinam a vida dos brasileiros que os sustentam, quando não com projetos esdrúxulos e vergonhosos, com leis que restringem, travam e agridem as liberdades individuais.

Pondo de lado problemas crônicos como a violência, a impunidade, a falta de infraestrutura, de estradas, de saneamento básico, a corrupção, ministros que defendem drogas e pornografia nas escolas, o Le Monde enumera uma série de comparações que colocam o Brasil como o campeão de impostos e de carestia em todo o mundo.

Diz por exemplo, sem citar os combustíveis, que o bilhete de metrô em Brasília é seis vezes o valor da passagem em Buenos Aires; Automóveis, vestuário, calçado, medicamentos, brinquedos, perfumes, alimentos e uma enorme lista de bens e serviços são muito mais caros no Brasil do que no exterior.

Um Big Mac custa, no Brasil, bem mais do que na Europa e nos EEUU. Um croissant num bar custa cinco vezes mais do que em Paris, e uma caixa de aspirina custa o dobro; uma pizza em Londres é metade do preço cobrado em Brasília. Um filme custa duas vezes mais do que em Buenos Aires. E, entre centenas de exemplos, um carro japonês, no Brasil, é duas vezes e meia mais caro do que nos EEUU.

E enquanto o povo se esborracha e se endivida, os legisladores fazem farra com o dinheiro público, se locupletam com o nosso suor e usam as prerrogativas do poder para um jogo monetário, onde ficam com o bônus e a Nação com o ônus. Um verdadeiro projeto caracu.

post

Nóis vota na Dirma e no Lulla. Êta nóis, manu!

Nóis lê Por uma vida melhor: Educação de Jovens e Adultos,
mais nóis qué Pruma Laife mais Gud. Inducação da Galera  e Coroas.

País que tem presidenta e teve um anarfa no comando tem o livro que merece. Merece  uma vida mior, porque quanto mais imbecil e anarfabeta, menos dão conta das coisa e fica aí, de paiaço pros memo urubus garfá seu dinheiro, o seu crer e suas esperança. Por isso nóis vai lê, decorá e apraudi “Por uma vida melhor: Educação de Jovens e Adultos”.
Agora cê pensa bem daqui uns anos. Já tamo num buraco de burrice que nem jumento pra tirá. Aí vem esses iducadores, formado em suborno e querem jogá mais ingnorânça por cima. Esses apedeutas oficial é mesmo uns casmurros.
Tamén, ispia só: num País onde concurso para controlador de vôo tem pregunta sobre Bruna Surfistinha e alguém qui quebra barraco; tem Tirica, que no sur do país é batedô de carteira, no Norte é porco do mato e, no mato, é sujeira no pescoço, atráis da oreia, na Comissão de Educação e notórios ladrões na Comissão de Ética cê também que o que, afinar? Cê tá é muito ixigente, sô!
Afinar, os maió ganhadô di dinhero porraqui num istudaram nada. Aí vira cantô de sucesso; vira presidente da repúbrica; vira deputado e senadô. E Vira professô escrevinhadô de livro didático pra distribuí prus aluno das escola púbricas. Além du que, o dinheiro num é deles e ês pubrica o qui quisé, tabão?
O povão gosta é disso. A maça é maça e tamo cunversado. É futebor, novela da grobo, do jorná nacioná qui falô tá falado, indiotice na tevê; é pão, é celular, é trem que num leva pra frente mas diverte qui é uma praga, sô.
Alguns cumpanheiro num in tendeu o trem. Nóis já teve a campanha do Jeca-Tatu, qui era pra insiná a lavá os pé; Dispois, já teve a do arco, pra nóis lavá as mão; agora nóis vive a hora da campanha pra nóis lavá os cérebo. A próxima, já se tá sabendo, é a de lavá o estâmo pra nóis digiri isso tudo . A intistinal é a mesma do cérebo.
Nóis só acha qui divia trocá o título do buk. Pra ficá maça, memo, E nóis já passô um torpedo pra madame lá do governo. Mandamo vê assim: Poruma laife mais gud. inducação: manu e coroas. Tá falado, broder?
E ainda, quar a diferença qui faz um livro iscrito assim tudo errado? Ninguém tá sabendo lê mesmo e quem sabe lê num liga pru qui tá iscrito, num sabe, nunqué sabê e tem raiva de quem sabe, sabia? Nóis gostamo mesmo é de Faustão, Sirvo Santos; de Xuxa, de Padre Marcelo, desta besterada toda que põe o povo mais bobo ainda.
E nóis apraude o Obama, nóis crê quiu safado o Ozama sifu e nóis é nóis. Nóis acridita e na ortoridade. Nóis acridita na seriedade. Nóis tá crente que tá tudo bão e mior num pode ficar. Nóis acridita numa vida mior. E por isso nóis vota. Nóis vota nu Lula, nóis reelege Lula e quando num pode mais, nóis vota na Dirma.
Nóis tem diproma e ninguém pode cum nóis. Tá bão, fio?
post

Viva las democracias latino-americanas

Polícia do Chile usa bomba lacrimogênea abortiva
Combater civis desarmados e impotentes parece que tem sido, ao longo da história, o forte do aparato militar dos governos latino-americanos. Isso ficou famoso nos anos de 1970, com a inclusão, à época, da Coréia do Sul, também especialista em massacrar civis desarmados.
O Chile, agora, inova. Não satisfeito com o gás, tiros, jatos d’agua e cassetetes, a polícia estaria utilizando-se de gás lacrimogêneo abortivo para combater manifestações públicas.
A grave denúncia foi publicada hoje pelo sítio transparentes.cl – La Verdad Independient -, daquele país, a partir das considerações do médico Andrei Tchernitchin, toxicologista da Faculdade Médica da Universidade do Chile.
A bomba química contra a população, civil e desarmada, utilizada pela polícia chilena pode causar sérios problemas, além do aborto, como edema pulmonar e ainda potencializar a agressividade. Os especialistas alertam para o paradoxo desse gás, pois podem provocar efeito contrário do desejado pelas polícias políticas:  “a química leva à agressão e à violência.”.
A bomba de gás contendo CS malononitrilo clorobenzilideno provoca intenso prurido no nariz, o que leva a uma seqüência de espirros, dor profunda nos olhos, lacrimejamento, irritação da boca, dor de cabeça e complicações respiratórias, sobretudo em idosos e crianças.
Não há confirmação nem desmentido sobre a possibilidade das forças militares do Brasil utilizarem-se desse artefato, embora mantenham permanente intercâmbio com similares chilenos, como é o caso das polícias civil e militar de Minas Gerais.
post

Ar condicionado agrava saúde de Dilma

Agenda da presidente é adaptada ao seu estado físico

O disse-me disse a respeito da saúde presidencial aumenta e, enquanto não ocorre uma explicação oficial, crescem as especulações a respeito. A mais consistente, até o momento, é de que, a exemplo do que ocorreu com o ex-ministro Sérgio Motta, a permanência em ambiente com ar-condicionado estaria debilitando ainda mais frágil saúde da presidente Dilma Rousself que já enfrenta problemas linfáticos graves.
Há poucos dias a Presidente passou por exame emergencial em hospital de São Paulo e a versão oficial foi a de suspeita de pneumonia. Como não houve questionamentos, nem indagações, e muito menos explicações a respeito, o assunto morreu por aí, mas deixou um rastro de dúvidas fomentando as dúvidas.
Sabe-se que ares-condicionados centrais, comum em empresas e locais de grande circulação de pessoas, como no próprio Palácio do Planalto, o risco de infecção é ainda maior do que o oferecido pelos aparelhos individuais. De acordo com especialistas, esse tipo de aparelho propaga  a bactéria Legionella, que causa pneumonia grave. Foi o caso do ministro Sérgio Motta, que faleceu em 1998, vítima de infecção pulmonar causada por essa bactéria.
De acordo com algumas versões que circulam pela internet, a saúde de Dilma Rousself merece cuidados especiais e que ela teria retornado da China, em 16 de abril, com sintomas de gripe. No dia 30 de maio, teria sido diagnosticada pneumonia. Especula-se aparência abatida, perda de peso e dificuldade para falar. Isso evidenciou-se em sua aparição pública durante o encontro com 2.000 prefeitos da Marcha em Defesa dos Municípios. O quadro confirmou-se no dia 5, em almoço oferecido ao presidente da Alemanha – primeira aparição pública de depois de constatada a doença – Dilma ainda apresentava rouquidão.
Os compromissos externos ou públicos da Presidente estão cada vez mais raros e sua agenda é revista diariamente, de acordo com a sua disposição física.  A mais recente mudança aconteceu domingo último, 15, quando cancelou a viagem que faria à Assunção para participar das comemorações do bicentenário da independência do Paraguai.
A decisão teria sido motivada por recomendações médicas, de acordo com o porta-voz da presidência da República, Rodrigo Baena. “A viagem foi cancelada por recomendação médica de cautela para que a presidenta, ainda que esteja quase que totalmente recuperada, não se exponha a uma viagem de seis horas”, disse o porta-voz. Nada se comentou a respeito do ar-condicionado.
post

O Plano de Promoção LGBT ou o infame Kit Gay

Governo prepara cartilha escolar de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT. Para muitos é apologia ao homossexualismo voltada para o ser inocente e ainda em formação…

Depois da cartilha de como ser prostituta, ensinando técnicas, abordagem e até a cativar o cliente, do Ministério do Trabalho ou a consumir drogas e posições para o coito, do Ministério da Saúde, esta maravilhosa coisa que se dá o nome de governo vai, agora, distribuir cartilha às crianças com o Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT.
Os críticos, retrógados que não enxergam os novos tempos, a modernidade, a evolução do ser humano, vêem a tal cartilha como um autêntico kit gay, um guia prático para transformar nossa juventude em transviados, desviados, com cérebros anuviados.
São uns caluniadores, esses críticos. Avistam anormalidade nisso. Anormal é ser fêmea e é ser macho, claro. É ser este conceito antigo de ser heterossexual. Achar que o projeto que começou, de fato, na década de 1980, no Brasil encabeçado pela Rede Globo, é orquestrado, tem um porque e o principal alvo as crianças? Absurdo! Insensíveis! Blasfemam espalhando que no inconsciente, que não dominamos, é onde instalam o que bem entendem e, paulatinamente, sugestionam o indivíduo, sobretudo os mais jovens. Que desconhecimento!
Claro que a Globo não faz parte do esquema que, das trevas, orquestra e já está alcançando, um governo único mundial. Uma tirania universal e que leis e cartilhas como essas não fazem parte da trama de inversão de valores, de contrariar ordem e a natureza. Não foi Voltaire quem disse não poder ser possível, não é da natureza humana, elaborar uma lei que contradiz e ultraja a natureza. Lei que aniquilaria o gênero humano se fosse literalmente observada?
Acreditar nisso? Que ridículo! Deus me livre! Claro que a imprensa não é orquestrada, manipulada, financiada e comandada por seres estranhos vindos das trevas do poder econômico e militar mundial. Óbvio que não. Nem de longe é possível pensar que as mensagens implícitas e explícitas das novelas, dos telejornais, nos programas de auditório, dos programas infantis, das paradas de sucesso, nos jornais, são comprometidos com o desvirtuamento, com a destruição da família, do cristianismo… Malvadeza pura!
Não crer que esta maravilha, supra-sumo do bom senso e que alardeia-se, orgulhosamente, governo é independente, que seus ocupantes lá não se encontram pelo belo discurso e pelas maravilhosas intenções é uma enorme heresia. Evidente que o governo não está comprometido com um poder maior… É lógico que não enganou nem ludibriou os incautos na conquista dos votos. É um autêntico pupilo de Leibinitz e, igualmente, constrói o melhor dos mundos.
Por isso mesmo pode-se acreditar piamente que os magnânimos governantes elaboram, aprovam e implantam essas leis em benefício do ser humano. Por um Brasil melhor. Por um País eternamente do futuro. (nem que seja de proveta). E os maldizentes insistem que essas elevadas iniciativas são propositais, caso pensado e obedientes a uma orquestração mundial com a finalidade de moldar nossas crianças, de induzir a nossa juventude. Que contra-senso!
Esses antidemocráticos, essas mentes doentias, atrasadas, medíocres enxergam respeitáveis organismos, como a ONU e seus penduricalhos como a UNICEF, Banco Mundial, FMI, apenas como cães de guarda, como maestros dessas paulatinas alterações do comportamento humano e que esse transforma-se em rebanho de passivos viadinhos, digo, carneirinhos. Que disparate!
Esses mentecaptos antidemocráticos não são capazes de perceber que o grande sonho da família brasileira é ter um filho ou filha gay e, se não conseguir por vias naturais, congênitas, o governo, benfeitor e no alto de sua magnanimidade, agora vai formá-los nas escolas, na mais tenra idade, na sua formação mental, espiritual, sexual. E depois, as benemerentes autoridades preparam leis especiais, proteção especial tudo especial para os que julgam ser mais especiais ainda.
Mal sabem esses eternos descontentes o sacrifício do Governo para alcançar a plenitude, a perfeição, a excelência na arte de governar e de bem conduzir uma Nação. Não reconhecem o esforço de abnegados como o Dr, André Lázaro, então Secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do MEC que, em 23 de setembro de 2010, defendeu as teses fundamentalistas do homossexualismo perante os seríssimos parlamentares. E lá ele disse, em alto e bom som, que para concluír, construír e estabelecer o melhor para as nossas crianças, para a educação brasileira sacrificou-se pois, em  “…um dos filmes tinha o beijo lésbico na boca e a gente ficou uns 3 meses discutindo até aonde entrava a língua”. Como não reconhecer esse esforço, essa mananimidade ímpar que visa tão somente educar nossa juventude, alunos e alunas do 1º Grau. Que ingratidão!
Claro que não se deve levar em consideração esses apocalípticos que não enxergam o lado bom. Não são democráticos. Ser democrático é aceitar tudo que se empurra goela abaixo. É ser passivo. É fazer parte do rebanho. É ser um veado, digo, um carneiro de Panurgo. Isso sim é ser cidadão do bem. É praticar a cidadania defendida galhardamente pelos nossos bravos, airosos, esteio do bom senso, fiadores da ética e da moral do País, os meios de comunicação.
Os antidemocráticos que insistem em ter opinião própria, indo contra a corrente, reconhecem, pelo menos, que o plano é exitoso e que o mundo já assentiu. Não luta, aceita as imposições, a nova ordem. Capitulou-se à escravidão, ou melhor, à verdadeira purpúrea paz que tanto almejamos.
Esses antidemocráticos não passam de uns meãos, imbecis que teimam em contrariar os novos tempos. A ordem imposta. Tivessem eles o mínimo de senso. O mínimo de responsabilidade. O mínimo de respeito para com a evolução, aceitariam, como a maioria, de bom grado e prosternariam-se aos pés dos magnânimos elaboradores desta maravilhosa cartilha educativa e altamente instrutiva para a nossa juventude: o Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT e mandariam para o fogo do inferno esta afronta que tem a petulância de chamar de abuso nossos avanços educacionais e ainda por cima ofendê-lo em dignidade e honra, tratando-o de kit Gay. Blasfêmia…!
post

Desarmamento, lei oportunista típica dos grandes déspotas

“Se tivessem os legisladores promulgado tantas leis para recompensar as boas ações quantas promulgaram para castigar os crimes, o número de virtuosos teria aumentado mais pela atração da recompensa do que o número dos perversos tem diminuído pelo medo do castigo“. (Luis XVI, Rei da França, 1754 – 1793).
Sergipe, campeão de devolução de armas, é também o campeão da violência 

Ação típica dos maiores déspotas que o mundo já conheceu, o desarmamento civil não reduz a criminalidade e deixa a população honesta indefesa, tanto frente à bandidagem comum quanto junto à engravatada. Um exemplo típico, claro e atual é o estado de Sergipe. No primeiro golpe da entrega voluntária de armas, o Estado foi o recordista em devolução, tendo sido recolhidas 16.560 armas. Agora, de acordo com o “Mapa da Violência 2011”, estudo realizado pelo Instituto Sangari e divulgado pelo Ministério da Justiça, nos últimos 10 anos o número de homicídios em Sergipe quadriplicou, tornando-se um dos mais violentos do País.
Isso a que nos acostumaram a chamar de autoridade não pensa, não respeita, age por impulso e em razão apenas do momento. Em 2005, 64% dos brasileiros decidiram manter na legalidade a compra de armas e de munição. Mas gente como o senador Cristóvão Buarque finge ignorar e trata a população como mongolóide, autômato, um bando de inconsciente, sem vontade própria e que obedece a vontade alheia sem reflexão. Nem toda população é assim senhor autoridade.
A imprensa divulgou esta semana dados do próprio Ministério da Justiça apontando que apenas 8% dos crimes no Brasil são elucidados. Dos 50 mil homicídios que ocorrem no País, por ano, segundo o “Mapas da Violência 2011”, apenas quatro mil crimes têm o autor (ou os autores) descoberto e preso. Depois, claro, vêm as regalias e as penas são reduzidas a ações ridículas, como cesta básica e outras aberrações. Lembrando que a maioria desses casos não elucidados prescreve em 20 anos.
As famigeradas autoridades, tão eficazes e ágeis em criar leis oportunistas que restringem nossas liberdades entre outras aberrações, não têm coragem de alterar nossos benevolentes códigos. Criam, sim, um emaranhado de leis que facilitam a escapatória de confessos marginais e servem de saída de emergência aos próprios cognominados legisladores.
Ou são os maiores crápulas que a imaginação possa permitir, ou são, de fato, mentecaptos, néscios, imbecis, incapazes e sem noção, perdidos em meio à vaidade e a hipocrisia que cegam e, no lugar de lutar por objetivos reais, confundem-se na névoa das convenções estabelecidas por minorias exóticas que aproveitam-se da população desinformada, da passividade reinante, para impor vontades pessoais, grupais e internacionais sem, no entanto, alertar para as gravíssimas conseqüências.
Como já nos tempos de Trasimaco, nesse País, a justiça e outros conceitos derivados da lei são ferramentas de domínio dos fracos (e honestos, acrescente-se).


A suspeitíssima Lei do desarmamento
post

Revolucionários brasileiros e as sinecuras do poder

Na cultura do nepotismo, impossível distinguir quem é homem, quem é porco
A ministra da Cultura, Ana de Hollanda, só vai devolver 5, das 35 diárias que recebeu sem trabalhar nesses 4 meses de Governo com a Dona Dilma e seu ridículo presidenta. A irmã de Chico Buarque acha que é normal ser remunerada pelos sábados e domingos de folga que passa em sua casa, no Rio de Janeiro.
2 milhões para a sobrinha – Ana de Hollanda acha que é normal, também, a liberação de R$ 1,9 milhão de reais de dinheiro público para a cantora e sobrinha, Bebel Gilberto, filha de João Gilberto e Miúcha – e irmã da ministra – para a sua primeira turnê brasileira.
1,3 milhão para a amiga ter Blog – A ministra Ana de Hollanda cultua, também, grandes amizades e prova isso com o nosso dinheiro. Em dezembro passado, ela liberou 1,3 milhão de reais dos impostos que pagamos, para a sua amiga Maria Bethânia criar um blog, onde se propõe a publicar diariamente, na internet, vídeo de 1 minuto recitando textos, dela mesma, claro.
O senhor Gilberto Gil, seu antecessor, cultua os mesmos princípios, além de drogas. No cargo, ele favorecia escandalosamente a empresa de promoção de sua mulher, Flora Gil, que deitou e rolou com os benefícios extras do marido. Retribuiu dando-lhe a cidadania italiana, povo branco, europeu. E nem cogitou ser cidadão de algum país africano, donde vieram seus antepassados. Afinal, num país como o Brasil e os governantes que tem, é preciso pensar no futuro dos filhos, conforme aconselhou Dona Marisa a ridícula mulher do ridículo Lula, agora italianos.
Minha dor é perceber... que apesar de termos feito tudo que fizemos, ainda somos os mesmos, e vivemos, ainda somos os mesmos, e vivemos… O amigo da cambada acima, Ziraldo, é outro que mostrou sua cara. Recebe polpuda recompensa da viúva “por ter sido vítima de perseguição dos governos militares”. Mentiroso e ganancioso. Era ídolo, virou bandido e há de receber seu castigo. Jogou a sua história no lixo, enganador!
Os FF de Brasil Como tantos outros “revolucionários” brasileiros, o que de fato cultuam são as sinecuras do poder. È o Brasil dos FF de Gregório...

salvo se em boa verdade
são os ff do País
um furtar, outro foder.
A nossa Revolução dos Porcos
Cada povo tem a história (e os ídolos) que merece.
(…) Não havia dúvida, agora, quanto ao que sucedera à fisionomia dos porcos. As criaturas de fora olhavam de um porco para um homem, de um homem para um porco e de um porco para um homem outra vez; mas já era impossível distinguir quem era homem, quem era porco.
Arremate de A revolução dos bichos, de George Orwell. Síntese perfeita do Brasil e de seus grandes heróis.

E todos se locupletam sine cura animae…

post

As farsas, de Kennedy a bin Laden

Histórias mal contadas de um mundo cada vez mais hipócrita e dominado por um poder oculto que escraviza, cega, idiotiza

Muitas coincidências unem o assassinato do presidente John Kennedy, em 1963, às explosões que derrubaram as torres gêmeas, em Nova Iorque, e o ataque ao Pentágono, em Washington, em 2001. Em ambas os supostos, assassino ou mentor dos episódios, foram mortos de maneira irracional, inexplicável e, hipoteticamente, levaram consigo as explicações que o senso julga necessárias.
Sobre o tiro que matou o presidente estadunidense há controvérsias, e explicações que aproximam-se da infantilidade. Há até a incompreensível teoria Arlen Specter da bala mágica. Tão mágica que conseguiu inconcebíveis malabarismos para atravessar o pescoço de Kennedy, fazer umas piruetas e acertar o Governador do Texas.
Sem mais delongas, Lee Oswald, o suposto autor dos disparos que matou o presidente, foi assassinado a queima-roupa no porão do departamento de polícia de Dallas por Jack Ruby, gente das lides com a máfia Dallas e laços estreitos com o departamento de polícia da cidade. O crime aconteceu sem nenhum pudor, em frente aos holofotes da imprensa mundial.
Chegou ao fim, assim, um hipotético assassino, que com um rifle Sniper defeituoso, incluindo a mira e cano desalinhados, acertou mortalmente um presidente, driblando toda a segurança e a uma distância de quase 200 metros. E o mundo, servil e crédulo, engoliu, ou fingiu deglutir mais essa. Seja como for, não questionou, aceitou e não se fala mais nisso.
Nos relembra, também, o jornalista David Glenn,  que, em 1917 o governo czarista da Rússia temia que os comunistas atacassem o seu palácio usando um avião com explosivos. Condoleezza Rice, Secretária de Estado no governo George W. Bush, mestre em história russa disse: “Ninguém esperava utilização de um avião como um míssil.” Em 1944, o irmão do presidente Kennedy foi morto quando seu avião de controle remoto repleto de explosivos detonou prematuramente a sua missão de ser usado como um míssil.
Na crise dos mísseis cubanos, no início dos anos de 1960, foi apresentado, ao presidente Kennedy, projeto semelhante, O intuito era o de disseminar o terror tanto em Cuba quanto no âmbito interno e, com isso, provocar ações militares mais contundentes, usando para tal a comoção social a exemplo do WTC. Os culpados seriam os terroristas. Kennedy o rechaçou.
Além de repelir o tal plano, JFK contrariou as forças ocultas, com medidas que atravancavam os planos para um governo único mundial. Entre as medidas que pretendia, isso na primavera de 1963, a de retirar as forças norte-americanas da Guerra do Vietnã.
Em 12 de novembro de 1963 [dez dias antes de ser assassinado], o presidente Kennedy surpreendeu seus ouvintes na Universidade de Colúmbia ao declarar: “O elevado cargo de Presidente vem sendo usado para fomentar um plano para destruir as liberdades americanas, e antes de terminar meu mandato, preciso informar os cidadãos a respeito dessa situação.”.  (Plague, Pestilence, and the Pursuit of Power: The Politics of Global Disease, de Steven Ransom, pág. 103 – apud – Curtis Dickinson)
Formou-se, aí, o aperto final no gatilho que exterminou o presidente. Bush pai, embora tenha negado isso até a véspera de se eleger presidente dos EEUU, era, na época, agente da CIA, serviço secreto dos Estados Unidos, a quem, extra-oficialmente, lógico, apontam as mais contundentes evidências da armação.
Bush também era o presidente dos Estados Unidos quando dos atentados de 11 de setembro. Pertencente ao tradicionalmente racista Partido Republicano colocou cinco negros em pontos estratégicos da defesa de seu país. Tudo isso em meio a tramas, espionagens, manobras e estratégia envolvendo poder, domínio, petróleo e até eleição fraudada, como ocorreu na Flórida, em favor de W. Bush.
Em todos os episódios, incluindo os tiros que atingiram o presidente Ronald Reagan, os Bush estavam estrategicamente em lugares públicos, e bem longe do palco dos acontecimentos. Espelharam-se em Hitler, que, na noite do assassinato chanceler austríaco Engelbert Dollfuss, foi a ópera onde teria observado ao seu convidado: “Devo fazer uma aparição no restaurante ou as pessoas vão pensar que eu tinha algo a ver com isso.”.
O enredo é o mesmo quanto ao 11 de setembro. Assim como Lee Harvey Oswald, Osama Bin Laden foi julgado no tribunal da opinião pública e depois assassinado. Em vídeos, um mutante bin Laden toma o crédito para o ataque. E fica por isso mesmo, pelo sim, pelo não, está morto.
Ninguém pergunta sobre a relação entre bin Laden e os Estados Unidos e, em particular com os Bush e os negócios do petróleo na Arábia Saudita. Ninguém questiona a grama intacta em frente ao Pentágono, depois de uma eventual queda de um Boing de mais de 100 toneladas. Não há indagações sobre o pequeno buraco na parede, ínfimo diante da violência de uma explosão como a pressuposta.
Os três prédios que foram abaixo, em Nova Iorque, também deixam enormes dúvidas diante das evidências. Em menos de dois minutos toneladas de aço de primeira qualidade viraram pó, embora as explosões tenham ocorrido nos últimos andares. Sobre esse tema, desnecessárias maiores dilações diante deste vídeo que joga por terra qualquer chance de os atentados terem sido atos de terroristas internacionais e, mais ainda, de um homem que sofria dos rins e, três meses antes dos atentados recebera a visita de agentes estadunidenses duranta seção de hemodiálise num hospital do Paquistão.
Chore. Você está sendo enganado. Todos os dias.
E ainda…
post

Guantánamo, quanta lameira…!

EUA admitem torturas em seu campo de concentração

 O ex-embaixador dos Estados Unidos nas Nações Unidas, John Bolton, confirmou que o (suposto) paradeiro de Osama Bin Laden foi obtido sob tortura, a que chamou de interrogatórios “duros” em Guantánamo, campo de concentração estadunidense, ao estilo nazista, na Ilha de Cuba. Quanto ao papel do Paquistão, ele disse que era “impossível de acreditar nos paquistaneses.”. (Reuters) e The New York Times.

Emenda pior do que o soneto

É grande o ceticismo de mais este grande teatro da crueldade, do engodo estadunidenses, superado apenas, mas não inferior, ao da viagem à lua, em 1969. A cada dia surgem mais evidências de que a hipotética morte de Bin Laden não passa de espetáculo trash para conter o desmoronamento do fantoche chamado Obama e encontrar uma saída honrosa do Afeganistão, onde apanham mais do que mulher de malandro.

Teatro dos horrores é alugado

A Baía de Guantánamo, com 111,9 km2, encontra-se ao Sul de Cuba e foi cedida aos Estados Unidos em 1903, por US 4.085 por ano. Além de base naval, é onde funciona o campo de concentração dos estadunidenses que mantém cativos de todo o mundo, torturados e sem direito à defesa e ou comunicação externa.

No local são mantidos cativos de várias nacionalidades, sobretudo dos países invadidos pelos estadunidenses, como Iraque e Afeganistão. O ex-ditador de Cuba, Fidel Castro, tentou, em vão, quebrar o acordo que sede parte de seu território ao seu pior inimigo. Cuba, desde 1960 não utiliza o dinheiro do aluguel que, por sinal, nunca foi reajustado. Continua sendo os mesmos caraminguás de 1903.

Além de campo de concentração, no local, também, encontra-se a única área minada de todo o lado ocidental do globo terrestre.

O campo de concentração ianque à moda Hitler, não possui um só amparo legal e é impossível a qualquer mortal comum, ou até mesmo a fantasiosa ONU ou qualquer órgão fictício como ela, exercer qualquer fiscalização.  Os presos não têm nenhum tipo de direito, advogados, comunicação, visitas e, muito menos, claro, a um julgamento pelo menos próximo ao razoável.

 Direitos humanos

Não se tem notícia de manifestações dos famigerados direitos humanos, anistia internacional, pastorais disso, daquilo, daquilo outro que tanto defendem mamatas e regalias para a marginália nacional.  Nem mesmo diante dos confessos abusos, torturas e injustiças em Guantánamo e em diversas outras partes mundo afora.

 EUA não é Líbia, diz Dilma

Dona Zé-Dilma, claro, não vai suspender as relações nem promover retaliações a exemplo do que fez com a Líbia. Aprendeu a lição de Rubens Recúpero, adaptando-a ao estilo Armando Marques, o que é bom a gente vê, outras a gente não vê. Assim, a encarnação do bem, EUA, pode tudo.

Quanta lameira…!
.

Não há castos; somente doentes, hipócritas, maníacos e loucos.
JacquesAnatole France

post

Malverde, no México, Bem Verdinha, no Brasil

Robin Hood no México e o Xerife de Nottinghan no Brasil
Está certo, no mundo tem mais santo do que no vocabulário de Robin, o assistente de Batman. Santa fé! Santos surgem de acordo com a época e, sobretudo, com as conveniências. Santa coincidência! Há até um santo para narcotraficantes, cognominado Santo Malverde. Santo Jésus Malverde, tendo no México o seu santuário e o maior número de seguidores. E deve ser dos bons, narco vem ganhando fácil. Santa Incompetência!
Ainda não conheço um santo para os viciados em drogas, mas, Malverde, de acordo com a crença, atende a todos, com preferência pelos fornecedores. Afinal, também são filhos de Deus, assegura a Bíblia, sendo adotado como patrono protetor do narcotráfico. Como no Brasil sua santidade ainda não é reconhecida, as drogas espalham-se pelos palácios, Câmaras e tudo quanto se denomina poder e autoridade. Uma praga.  Santa maldição!
Criado à semelhança de Robin Hood, o mitológico ladrão inglês que nos tempos de Ricardo Coração de Leão roubava dos ricos para dar aos pobres, Malverde está complentado 100 anos. Surgiu no auge da Revolução Mexicana e seu séquito cresce assim como os templos de adoração numa época em que o México se destaca mundialmente pelas seguidas chacinas relacionadas às drogas. Santa bizarrice!
 Bemverde, santo protetor dos podres poderes nacionais
O Brasil, tido e havido como o País mais Católico Apostólico Romano em todo o Mundo, tem dificuldades em ter seus santos reconhecidos. Não se tem certeza tratar-se de preconceito dos europeus. Santa intolerância! Ou porque não convém que um povinho miscegenado frequente os mesmos caucásicos, eclesiásticos e santificados palácios. Dessa forma, cria os seus próprios milagreiros. Alguns, pouco populares, mas muito atuantes.
A elite do País venera o não muito conhecido, mas atuantíssimo Santo Xerife de Nottinghan, aquele que tira dos pobres para dar aos ricos.  É o Santo protetor do tráfico de influência, das drogas, dos nababos e poderosos. Alcunhado Bemverde. Santa pecúnia!
Nosso santo encarna o eterno perseguidor de Robin Hood e seu maior prazer é criar, inventar e cobrar impostos da plebe ignara. Entre o seus principais milagres, não reconhecidos oficialmente, destacam-se sumiço e desvios de verbas públicas; aparecimento de dinheiro em meias, cuecas, calcinhas, cintos, cintas, sutiãs, jardins e em tudo quanto é lugar erótico e exótico, desde que usados ou ocupados por ricos, opulentos e alvos colarinhos. Santa lavanderia!
Dizem que  há testemunhos garantindo, mas nunca comprovando – nem com reza brava – que Santo Xerife de Nottinghan, o Bemverde, é capaz de falsificar pesquisas, superfaturar obras, comprar votos, fraudar processos, e tantos outros atos milagrosos. As autoridades justificam asseverando que tudo é porque o povo tem fé demais. Santa fedentina!
Aos contestadores, o argumento de que o povo tem fé de menos. Santa hipocrisia! Não fosse isso, já teria reconhecido os milagres das indenizações milionárias; os milagres das privatizações; os milagres das mentiras; os milagres dos falsos discursos; os milagres da corrupção; os milagres da doação de terras; os milagres das Ongs; os milagres da autossuficiência em petróleo; e tantos milagres que só com milagre para se lembrar de todos. Santa reminiscência!
Mas um milagre é reconhecido até pelos mais céticos. O milagre da memória curta. De tão milagroso, de dois em dois anos a população infiél zera totalmente a memória e concede a volta para o pedestal, para o trono real, para os templos sagrados do Santo Xerife de Nottinghan, à imensa comitiva de fiéis sectários do Santo milagreiro brasileiro, O Bemverdinha. Santa bandalheira!
Com fé demais, todos os milagres se repetem para o bem de todos e felicidade geral da canalhada.  Per omnia saecula saeculorum. Amém!
Santa Patifaria!

post

Onde está Bin Laden?

post

Dilma: o brilho da eloqüência era fogo fátuo, fugaz e adúltero…

… o idealismo, bazófia hereditária de uma Nação sem caráter

E reinava então a Política ministrada por duas irmãs: a Velhacaria e a Avareza. A Ignorância, o fanatismo, a fúria, a imbecilidade, o comodismo, a omissão circulavam sob suas ordens; a Pobreza (de espírito, sobretudo), seguia-lhes o rastro; a Razão ocultava-se num poço, como a Verdade sua filha.
Ninguém sabia onde ficava esse poço, e, se o farejassem, ali teriam descido para degolar mãe e filha. Dona Zé-Dilma desconhece Desiderius Erasmus Roterodamus e, ao mesmo estilo de seus antecessores, subiu ao trono com a pecha de anti-imperialista. Sob esse estandarte ela explodiu, matou, assaltou.
Tão logo sentiu-se segura no assento imperial, esqueceu- se do discurso e tal quais seus zés antecessores, mostrou que o brilho de sua eloqüência era fogo fátuo, fugaz e adúltero, e o idealismo bazófia hereditária de uma Nação sem caráter, fulgor nativo de mais um grandioso embuste. E mãe e filha, razão e verdade, chafurdam no fundo do poço.
Tais são os arcos e os troféus no fementido triunfo; tal foi então a nossa enganada e enganosa alegria; e tão verdadeira era a nossa dor, e tão bem fundada a nossa desconsolação, que aflorou aí a outra parte o anjo, de tão desmedida esfera (Gen.31), e as Lágrimas, por não as tê-las verdadeiras, chorava-as fingidas, diria Padre Antônio Vieira.
Convenceu-se, então, que os Estados Unidos não são imperialistas, mas a verdadeira encarnação do Bem, na certeza de que garantirá sua segurança e permanecerá fiel à sua missão moral, garantindo a sua e exportando a democracia, se necessário pela força, com seus fundamentalistas cristãos, corrente hipócrita que assola o mundo e o Brasil, e o seu ridículo presidenta.
E bem ao estilo Friedrich Nietzsche, as virtudes de Dona Dilma têm seus privilégios, como o de levar seu próprio feixezinho de lenha para a fogueira do condenado… No presente, a Líbia, país que o Brasil estabeleceu sanção em obediência “em favor da democracia e contra os abusos do ditador”, à fantasiosa ONU, “aquela coisa lá de Nova Iorque”, nas palavras de Charles De Gaulle.
Não sabe, não quer saber e tem raiva de quem sabe que os idealizadores de um domínio total dos povos, da implantação do governo único mundial, têm como base política externa o controle dos recursos e riquezas em todo o mundo, incluindo a Líbia, cujo mal é ter moeda própria, ser rica em minerais e promover um socialismo que deu certo, onde todos têm casa, alimentação, escola e saúde, garantidas. E isso foi feito no Brasil, pacificamente, pelos zés antecessores, traidores e entreguistas, como FHC.
Impostura. Como a premissa da sua mentirosa oratória foi a existência de um “povo” capaz de assumir a soberania do Estado, mas sabedora de que não existe tal povo, e que as massas de pobres e ignorantes não tiveram, até hoje, capacidade para governar, apenas trocam de pastores… A presidenta, em deslavada face, após o ato de represálias ao povo líbio, seguiu em faustosa caravana para a China. 
China dos mais absurdos abusos de poder. Éden da pirataria. Paraíso das falsificações. Jardim das delícias da exploração humana. Mas, no olhar estrábico da hipocrisia, nada disso é verdade. A verdade, cujo esconderijo só ela sabe, é que é um exemplo de progresso material, não importando a vida humana, não importando os meios. Não importando a impostura, o fingimento, a simulação, a falsidade. A ditadura que ela só vê, por conveniência, na pequena Líbia.
 É “culto da incompetência”, de Giuseppe Ingegneri, que não depende do regime político, mas do clima moral dos decadentes…, pois um povo que cultua um governante medíocre é porque não sabe conceber um superior. E nunca saberá, pelo visto. 

E de Zé em Zé, nos firmamos como eterno Zé-Povinho, o Zé Mané, incapaz de observar que somos fantoches de bonifrates cujas funções principais são enriquecer, fustigar, explorar, mandar e… Cegar.

post

Zé Povinho, Zé Sarney, Zé Collor, Zé Lulla

(…) um gênio maligno, que é ao mesmo tempo sumamente potente e enganoso, empregue toda seu talento para lograr a mim. Vou acreditar que o céu, o ar, a terra, as cores, as figuras, os sons e todas as demais coisas externas são nada mais do que ilusões de sonhos, que esta criatura emprega para me iludir.” (…) Descartes).
.

Pessimus caecus qui non vult videre est
Há 136 anos, para retratar a sociedade lusitana da época, um genial caricaturista, Rafael Bordalo Pinheiro, criou talvez seu mais notável personagem, o Zé-Povinho. Marca indelével de sua percepção, síntese e arte, Zé-Povinho espelhava o “ignorante, servil, bonacheirão, com a sua albarda e o seu riso soez”; o Labéu de um povo ingênuo, paciente, vil, torpe, reles, ordinário, vulgar…

Zé-Povinho era a imagem da raia-miúda portuguesa (J. Augusto-França), explorada por políticos corruptos e incompetentes. E ainda continua sendo evocado em Portugal, quando se pretende criticar as atitudes e procedimentos coletivos estúpidos e alarves. Tolos, parvos, palermas diante da política e, inda mais, dos politiqueiros. Como se vê, é um mal congênito, continuando alastrar-se muito além mar.

No Brasil, de século XXI, o Zé-Povinho gera. Procria. Reproduz. Multiplica, mantém, prolifera e cria muitos Zés, nomeados Zé-Sarney, Zé-Collor, Zé-Lulla entre tantos… Quarteto infernal, abjeto desdouro de infames conspurcadores da progênie, a pacóvia nacional.

Nesses tempos modernos de inferno sem fim de notícias, mas de infinita, pensada e conveniente tacanhez de informações, gerações inteiras de inhenhos decréptos Zé-Povinho vão sendo emolduradas, formatadas, robotizadas, mantidas, cativadas, seduzidas, granjeadas na forma e no conteúdo que melhor convém às suas crias, albardeiros de embustes e arapucas, os Zé coronéis Neys, Olor, Ulas e tais…

Forjandouma opinião pública sobre os assuntos que ela própria cria, a prole de zes, sob a inspiração de seu espírito daninho, arrola imprensa, políticos, sindicatos e correlatos, caldeando conceitos de juízos que Zé-Povinho sequer imagina, mas que abarca como seus, mal reparando ou fingindo não, a parvoíce que o domina, que o cega, que o forja, que o amalgama à centenária servidão voluntária  refletida e repercutida no século 16, no discurso de Étienne de La Boétie:

Esse que tanto vos humilha tem só dois olhos e duas mãos, tem um só corpo e nada possui que o mais ínfimo entre os ínfimos habitantes das vossas cidades não possua também; uma só coisa ele tem mais do que vós e é o poder de vos destruir, poder que vós lhe concedestes.
Onde iria ele buscar os olhos com que vos espia se vós não lhos désseis?
Onde teria ele mãos para vos bater se não tivesse as vossas?
Os pés com que ele esmaga as vossas cidades de quem são senão vossos?
Que poder tem ele sobre vós que de vós não venha?
Como ousaria ele perseguir-vos sem a vossa própria conivência?
Que poderia ele fazer se vós não fôsseis encobridores daquele que vos rouba, cúmplices do assassino que vos mata e traidores de vós mesmos?
Semeais os vossos frutos para ele pouco depois calcar aos pés. Recheais e mobiliais as vossas casas para ele vir saqueá-las, criais as vossas filhas para que ele tenho em quem cevar sua luxúria.
Criais filhos a fim de que ele, quando lhe apetecer, venha recrutá-los para a guerra e conduzi-los ao matadouro, fazer deles acólitos da sua cupidez e executores das suas vinganças.
Matai-vos a trabalhar para que ele possa regalar-se e refestelar-se em prazeres vis e imundos.

E quanto mais decai, quanto mais declina-se aos gênios malignos que elege, perpetua, sustenta, mais ilusões alimenta e mais Zé-Povinho fecunda para fomentar os Zé-Sarney, Zé-Collor, Zé-Lulla, Zé-FHC, Zé-Renan… que nascem, crescem e se fortalecem, mantendo, fortificando, perenizando a roda-viva da idiotice, da estultice, da imbecilidade, da escravidão, que se torna voluntária, cultural, bestial tradição nacional.
Nesse Matrix real, estabelece-se um clima ilusório de maneira tal que o Zé-Povinho e o Zé Mané sejam incapazes de compreender os métodos utilizados para o seu controle e a sua escravidão.


Induz-se, o Zé-Povinho, a comprazer-se na mediocridade. De sua estultice. Incentiva-lhe a se regozijar de sua estupidez, de sua idiotice, de sua vulgaridade, de ser inculto. E mais Zés aparecem.

Mais algozes, mais ongs, mais imprensa, a fazer o Zé-Povinho acreditar ser o único responsável pela sua infelicidade, sua inferioridade, seus problemas, por falta de inteligência, por incapacidade, por imbecilidade… Levando-o a desvalorizar-se e culpabilizar-se, a um estado depressivo que resulta na inibição da ação, à passividade, o aceitar calado, o acomodar-se, o aceitar-se como um tolo, néscio, imbecil, insensato, inepto, estúpido… Um real Zé-Povinho… e assim continuar elegendo e reelegendo figuras como FHC, Lula, Sarney, Collor e tantas outras pragas que pululam por aí…

Ao invés de revoltar-se contra o sistema, o Zé Povinho, sem memória e sem informação, apraz-se em ser o bobo da corte, e vê, resignado e inerte, os mesmos zes se repetindo, e repetindo as mesmas barbáries, as mesmas insanidades, os mesmos crimes, cônscios da impunidade, convictos da passividade, com a certeza da ignorância e de que tudo se repetirá, sempre, sem que o Zé-Povinho sequer note, se indigne, se revolte.

Assim, repetem-se os crimes. Zé-Sarney, por conta de uma eleição, pela ganância de poder, pela sede insaciável do PMDB, leia-se Ulisses Guimarães, deu fim ao Plano Cruzado em 1986. Matou muitos. Faliu outros muitos. Danou a todos. Perdeu-se uma década.

Assim, Zé-Collor aprontou suas tantas, confiscou poupança, matou muitos, feriu outros muitos, faliu outros tantos de muitos. Perdeu-se mais meia década.

Assim, Zé-Lulla, para perpetuar seu partido no poder, comprometeu seriamente a economia nacional. Para eleger Zé-Dilma, deixou o barco à deriva, gastou, e mal, muito mais do que podia, na certeza de que continuaria ídolo do Zé-Povinho e que esse não se importa de pagar a conta, desde que continue sendo o que é, o engonço maninelo a divertir outros Zédirceu, Zédelúbio, Zélenice…

Fantoche, Zé-Povinho hiponitiza-se com o circo, mantendo-se eternamente tolerante e ingênuo, e delegando direitos para uma classe especial de Zés, os espertos. Fica somente com as obrigações e a conta. Adora ser roubado, enganado, ludibriado, explorado, tratado como bocó. Comprova, com a prática, ser da natureza dos bobos não reclamar. Ser paciente, literalmente, nas filas dos hospitais; aceitando com passividade a ausência de médicos, remédios, leitos, conformados com as promessas que não se realizavam. Suporta a violência, as suspeitíssimas e benevolentes leis à bandidagem em todos os seus matizes. Tolera a roubalheira sem fim; a libertinagem, a sacanagem, as falcatruas, a devassidão, a bandalheira, insiste ser o que sempre foi. O Zé-Povinho. O Bobo e o pior dos cegos, aquele que não quer ver.
post

Minas e o magnânimo Eike

 Estado precisa um século em royalties da mineração para
se igualar ao bilionário brasileiro em fortuna acumulada
O homem mais rico do Brasil, e postulado como o 8º mais abastado do mundo pela revista Forbes, o senhor Eike Batista, que para os íntimos é “Aike”, é um poço de magnanimidade para com os mineiros e Minas Gerais. Claro, para fazer jus a tal virtude, conta com  ouvidos moucos, vistas cegas e mentes ocas de VIPs – Very Importantes Políticos. Sua fortuna é calculada ou apontada como sendo de 30 bilhões de dólares, fora o por fora.  
Em 2009, o longânime bilionário foi nutrido às pamparras e em opulência, em meio a pompas e circunstâncias, devido ao fato de suas empresas ter patrocinado o Museu de Minas e do Metal, orçado em R$ 20 milhões. O espaço reúne acervo sobre mineração e metalurgia, duas das principais atividades econômicas mineiras, na antiga Secretaria de Estado de Educação, na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte.
Embora tido como um espaço que “valoriza riquezas, tecnologia e educação” do Estado, que conta a história e mostre, por diversos meios, o processo de mineração, o Museu, as autoridades e os críticos não reclamam da falta de exposição pública das atividades do benemérito Aike Batista. Moucas e cegas como as peças do museu, as autoridades do Estado de Minas Gerais fingem não ver, nem ouvir, nem sentir o clamor contra a devastação moral, ética, humana, ambiental e tudo o mais que o generoso Aike ignora por onde passa, pisa, explora.
Nem a intercessão de Santa Conceição – de Mato Dentro – tem sido capaz de impedir que reservas naturais sejam devastadas, que proprietários e moradores em locais próximos à devastação, digo, extrações sejam coagidos a venderem suas propriedades para as empreiteiras e à própria mineradora, o grupo inglês Anglo Ferrous, em conluio com o senhor Aike.
Nesse ponto, entra também a hipocrisia. A hipocrisia e a demagogia verdes. A do Partido Verde. Quando as atividades destruidoras, digo, mineradoras, começaram, o prefeito era José Fernando Aparecido de Oliveira, do PV, que virou deputado federal e depois em candidato a Governador. Todos pelo PV. Todos com o apoio da santa patoquista Marina Silva.
O mesmo ocorre em várias outras partes de Minas Gerais. Destaque para Paracatu,  (veja o vídeo, ignorado pelas autoridades) onde o povo se ilude com um pseudo-crescimento, estimulado pela propaganda enganosa das próprias autoridades(?). Efêmera riqueza aurífera não permite enxergar que o sistema minerador assola e destrói até mesmo o lençol freático do município.
Mas tudo isso não é o mais desolador.
Registre-se que grande parte da bilionária fortuna do senhor Aike provém dessas atividades gangrenosas da mineração em Minas Gerais. Ele não produz nem renda real, nem emprego, só especula. Por tudo isso, o Estado arrecada em torno de R$ 500 milhões de reais por ano. Em outras palavras, Minas Gerais, com 20 milhões de habitantes, precisa de 100 anos, economizando cada centavo dos royalties que recebe para se igualar ao diruptivo senhor Aike.
Isso mesmo, o que o senhor Aike acumulou em dinheiro vivo, Minas precisará de um século para economizar em royalty que recebe pela destruição de suas reservas, suas matas, sua biodiversidade, sua dignidade. Sem contar os prejuízos, os danos irreversíveis, a falta de vergonha, de caráter, de sensatez, não se esquecendo, claro, de que mineração não tem segunda safra. É uma colheita, e adeus. Afora os estragos, e
afora o por fora. Tenho dito.
post

Os ETs no Governo

Coam mosquito e engolem camelo
Há muito desconfio que os nossos governantes sejam, na verdade, seres de outros planetas infiltrados em nossas instituições. Vejam bem: Sarney quer desarmar ainda mais a população e propõe plebiscito para tanto. O custo, para nós, contribuintes, será de mais de 300 milhões de reais se a aberração for aprovada. Sem contar o por fora.

Os alienígenas do Executivo promovem campanha de desarmamento tirando de nosso dinheiro mais 10 milhões de reais sob o argumento de desarmar a população. Sem contar o por fora. Certamente querendo fazer-nos crer que, tão logo se inicie, todos os bandidos, safados, ladrões, delinquentes, assassinos, seqüestradores, facínoras e tais, armados até o pescoço, vão entregar suas armas, receber de 100 a 300 reais e correr para um convento para reabilitarem-se. 

Outro quer fechar as escolas para a comunidade, enquanto seu colega quer que abra-as para uma participação maior. Nenhum, porém, fala sobre penalidades, alteração em nossas leis esdrúxulas que só protegem marginais, o famigerado “dimenor” assassino, tudo em nome dos direitos humanos para a bandidagem. Muito menos acenam sobre o retorno da autoridade dos educadores. Nem imaginam (ou fingem não saber) o real ambiente dentro das escolas públicas. Um antro onde ninguém manda, porque não pode traumatizar os coitadinhos dos traficantes, aliciadores, vagabundos e correlatos. 

Hipocrisia. Nenhum e, muito menos a imprensa, faz alusão à imagem da criança agonizando, ferida a tiros no corredor da fatídica escola e, na volta às aulas, dos “traumatizados” estudantes cantando e pulando, como se nada tivesse ocorrido de anormal. Retrato fiel da Nação individualista, egoísta, egocêntrica, personalista.

Está mais que provado: são ETs cegos, imbecis, pernósticos e humoristas sádicos esses governantes. Adoram uma chacota. Vivemos sob a égide de uma espécie de Laodicéia política, do arrogante, da autonomia que, de tão independente, faz o que lhe compraz – mas tão distante da realidade.

Se esses malandros ETs têm dinheiro para o humor negro que anunciam, porque não empregá-lo em ações de identificação e tratamento de doentes mentais, como o assassino de Realengo; na segurança pública, já que, alterar as leis capciosas, velhacas e mal intencionadas, não pretendem, definitivamente? Mesmo porque não têm capacidade mental para enxergar os disparates.


Um País que dá cartaz, cria leis específicas, proteção especial, notoriedade, publicidade a desvairados, aloprados, luxuriosos e desviados, só pode ser mesmo comandando por alienígenas mandriões como tais. Hipócritas coadores de mosquitos, engolidores de camelos. (MT 23,23-24)

post

Brasil obeso sem o feijão com arroz

Obesidade nacional coincide com a perda da identidade gastronômica
Números do IBGE, divulgados em dezembro de 2010 confirmam que o consumo de arroz no Brasil caiu quase que para a metade nas última três décadas. O mesmo ocorre com o feijão. Em média, o tradicional arroz com feijão deixou de freqüentar 41% e 27%, respectivamente, das mesas dos brasileiros. E isso é de fácil constatação, basta observar o que as pessoas servem em um restaurante a quilo. Pouquíssimos têm a famosa dupla. E dá lhe dieta, sem arroz e sem feijão.
Agora, o Ministério da Saúde divulga pesquisa revelando que 48,1% da população brasileira sofrem com a obesidade. Os dados fazem parte da pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel Brasil 2010).
Para o Ministério da Saúde, a principal causa é o sedentarismo, aliado ao consumo elevado de produtos industrializados. Cita a falta de feijão na dieta nacional, mas não avança em estudos sobre a mudança de hábito e a dispensa da alimentação tradicional e a influência estrangeira, via mídia, na alteração alimentar alheia à nossa cultura gastronômica. O próprio Ministério, porém, adverte que, em uma década, o número de obesos no País estará na mesma proporção da encontrada nos Estados Unidos, tido como a pior culinária e a mais rica em gorduras em todo o mundo. E é essa que o brasileiro tem acompanhado ao dispensar as nossas tradições alimentares.
Embora rechaçado ultimamente pelo brasileiro e ignorado pelos órgãos oficiais e pela culinária moderna, o feijão é importante fonte de ferro, fibras e, em dupla com o arroz, torna-se rico em proteína vegetal.
Acrescente-se que o arroz e o feijão fornecem-nos os carboidratos e, em conjunto, têm nove dos dezenove aminoácidos extremamente essenciais que o organismo humano necessita, mas não produz naturalmente: histidina; isoleucina; lisina; leucina; metionina e tirosina; fenil-alanina e tirosina; treonina; triptófano; e valina. São ainda fontes de amido, vitaminas, minerais e do complexo B. A orientação é que o arroz e feijão sejam utilizados todos os dias ou, minimamente, três vezes por semana, para se manter uma dieta saudável.
No oriente, o feijão se conecta com a fertilidade e o arroz com a fartura. No Brasil – colônia, era comida de escravos e gente pobre. Pero Vaz de Caminha conta que o arroz chegou aqui trazido pelos portugueses e, logo, formou uma dupla invejável e afinada com o “cumandá”, o feijão dos tupinambás.
O arroz desintoxica o organismo. O feijão previne doenças do coração e até alguns tipos de câncer e foram os negros, escravos, os primeiros a valorizar a dupla e os primeiros as descobrirem suas qualidades.
E, sem nenhuma pretensão nutricionista, mas com a experiência de inveterado consumidor, tudo isso é apenas para observar que, está provado, não vale a pena, como se vê, abandonar nossas tradições, a nossa identidade gastronômica, nossa cultura, nossas raízes, para adotar as alienígenas, seja por demonstração de status, influência midiática, ser chique, ser diferente, Ser seja lá o que for. A vida é simples, como o é o feijão com arroz…
post

Trem-bala vai custar 5 ferrovias Norte-Sul, 2 Belo Monte…

Um desatino federal diante das tantas carências nacionais

Um projeto público deve, prioritariamente, visar o bem estar da maioria da população, atendendo, sobretudo, as necessidades básicas. Num País onde mais da metade das mortes por doenças tem como origem a falta de saneamento básico; onde a saúde pública está sempre na UTI; a segurança inexiste, o transporte e as vias são deficientes, o investimento aprovado para o trem-bala entre Rio e São Paulo, soa como uma afronta, uma provocação, um desdém para com a Nação. São 34,6 bilhões de reais de dinheiro público desviados para o bem de uma pequena parte, a rica, de duas cidades.

O que será mais importante para a população, o País? Um Trem de Alta Velocidade (TAV), para servir uma pequena parte privilegiada de duas capitais ou a garantia do básico à maioria absoluta, como abastecimento de água, serviço de esgoto, reduzindo drasticamente a mortalidade infantil pela falta de saneamento? Países sérios, que investiram em transporte rápido como o TAV, há muito já resolveram suas carências básicas em infraestrutura, em todos às suas vertentes.

Apenas como comparação, o desastre ocorre em todos os quadrantes do Brasil, a capital federal, Brasília, não possui transporte público. O que existe não pode se dar à honra desse nome. Sucatas são utilizadas e se denominam ônibus. As pessoas fazem seus deslocamentos amontoadas uma às outras, pagando caro para colocar a vida em risco devido à falta de manutenção do que ainda chamam de veículos.

Em São Paulo, a rede de metrô não atende à demanda. Mesmo assim transporta, em 10 dias, o mesmo que o bilionário projeto do TAV fará em um ano, 35 milhões de passageiros.  Cidades como Belo Horizonte, com mais de 6,5 milhões de habitantes, não possui metrô. Há um pequeno trecho servido pelo de superfície, mas longe, muito longe de atender às necessidades.

O País, principalmente nas grandes cidades, não oferece opção de transporte. Não há trem de passageiros. Não há estradas adequadas e seguras. Aeroportos congestionados e passagens demasiadamente caras inviabilizam as viagens aéreas. Nas cidades, a opção é o veículo particular, mas não há onde estacionar e, em muitos casos, como e onde trafegar.

Mesmo diante desse drama real, os cofres públicos liberam bilionária quantia do Tesouro para o TAV, ao mesmo tempo em que alega não ter recursos para atender as necessidades prementes, visíveis, claras, clamadas. Estradas precisam ser recuperadas e duplicadas; é enorme a população sobrevivendo em áreas de risco, e precisando der ser removidas; os aeroportos estão ultrapassados e em permanente congestionamento; os portos são ineficientes e insuficientes; há déficit na geração e distribuição de energia elétrica, há inúmeros projetos de ferrovias de carga por desenvolver e as já existentes necessitam de investimentos para aumentar sua produtividade.

A tabela abaixo, extraída do sítio do Senado Federal, compara o custo do TAV com outros investimentos imprescindíveis e importantes para o País, e deixa clara a irresponsabilidade dos que aprovaram tal insânia. A conclusão é de cada um, diante dos números, dos fatos e da realidade.

Fonte: Senado – Clic no quadro para ler estudo completo

A Cegueira da Governação

Príncipes, Reis, Imperadores, Monarcas do Mundo: vedes a ruína dos vossos Reinos, vedes as aflições e misérias dos vossos vassalos, vedes as violências, vedes as opressões, vedes os tributos, vedes as pobrezas, vedes as fomes, vedes as guerras, vedes as mortes, vedes os cativeiros, vedes a assolação de tudo? Ou o vedes ou o não vedes. Se o vedes como o não remediais? E se o não remediais, como o vedes? Estais cegos. Príncipes, Eclesiásticos, grandes, maiores, supremos, e vós, ó Prelados, que estais em seu lugar: vedes as calamidades universais e particulares da Igreja, vedes os destroços da Fé, vedes o descaimento da Religião, vedes o desprezo das Leis Divinas, vedes o abuso do costumes, vedes os pecados públicos, vedes os escândalos, vedes as simonias, vedes os sacrilégios, vedes a falta da doutrina sã, vedes a condenação e perda de tantas almas, dentro e fora da Cristandade? Ou o vedes ou não o vedes. Se o vedes, como não o remediais, e se o não remediais, como o vedes? Estais cegos. Ministros da República, da Justiça, da Guerra, do Estado, do Mar, da Terra: vedes as obrigações que se descarregam sobre vosso cuidado, vedes o peso que carrega sobre vossas consciências, vedes as desatenções do governo, vedes as injustças, vedes os roubos, vedes os descaminhos, vedes os enredos, vedes as dilações, vedes os subornos, vedes as potências dos grandes e as vexações dos pequenos, vedes as lágrimas dos pobres, os clamores e gemidos de todos? Ou o vedes ou o não vedes. Se o vedes, como o não remediais? E se o não remediais, como o vedes? Estais cegos. Padre António Vieira, in “Sermões”.
post

Brasil, titã-anão, rei da hipocrisia, rainha da mentira

 O hipócrita é um paciente na dupla acepção da
palavra; calcula um triunfo e sofre um suplício. (Victor Hugo)

A decantada segunda maior democracia do mundo se afunda na lama do radicalismo fruto da intolerância imposta pelo domínio das minorias sobre a maioria omissa, acomodada, perdida em meio a um tiroteio de imbecilidades, mediocridades, atrocidades.

Sendo a hipocrisia o ato de fingir ter crenças, virtudes, idéias e sentimentos que na verdade não se possui, é também o retrato fiel do Brasil de hoje. O deputado Jair Bolsonaro foi execrado por parte da imprensa e até por alguns colegas de Congresso, travestidos de autoridades. A acusação, expor suas idéias e pensamentos sobre o homossexualismo. A verdade. A maior inimiga do hipócrita e não pode ser dita.

A ordem é o fingimento. É ser hipócrita, bem ao estilo da Nação que se forma, deformada. É um País que (re)forma-se moldado na mentira, na falsidade, na impostura, onde a verdade é crime. É abominada. Rechaçada. Proibida.

O País, a Nação, mentem. Mentem para si. Mentem para todos. E proíbem a verdade ou, pelo menos, a sinceridade. Essa é outra qualidade repelida. Criticada. Evitada.

Em “Os Trabalhadores do Mar”, Victor Hugo diz que ser hipócrita é também sofrer. E o Brasil sofre, mas vai demorar séculos para descobrir o porquê. Pois, nos alerta Victor Hugo, ter mentido é ter sofrido. O mentido é ter sofrido, diz ele. “O hipócrita é um paciente na dupla acepção da palavra; calcula um triunfo e sofre um suplício.

A premeditação indefinida de uma ação ruim, acompanhada por doses de austeridade, a infâmia interior temperada de excelente reputação, enganar continuadamente, não ser jamais quem é, fazer ilusão, é uma fadiga.

Compor a candura com todos os elementos negros que trabalham no cérebro, querer devorar os que o veneram, acariciar, reter-se, reprimir-se, estar sempre alerta, espiar constantemente, compor o rosto do crime latente, fazer da deformidade uma beleza, fabricar uma perfeição com a perversidade, fazer cócegas com o punhal, por açúcar no veneno, velar na franqueza do gesto e na música da voz, não ter o próprio olhar, nada mais difícil, nada mais doloroso.

O odioso da hipocrisia começa obscuramente no hipócrita. Causa náuseas beber perpetuamente a impostura. A meiguice com que a astúcia disfarça a malvadez repugna ao malvado, continuamente obrigado a trazer essa mistura na boca, e há momentos de enjôo em que o hipócrita vomita quase o seu pensamento. Engolir essa saliva é coisa horrível.

Ajuntai a isso o profundo orgulho. Existem horas estranhas em que o hipócrita se estima. Há um eu desmedido no impostor. O verme resvala como o dragão e como ele retesa-se e levanta-se. O traidor não é mais que um déspota tolhido que não pode fazer a sua vontade senão resignando-se ao segundo papel. É a mesquinhez capaz da enormidade. O hipócrita é um titã-anão”.

Existe retrato mais fiel desta hipocrisia chamada Brasil? País do fingimento, da mentira, da libertinagem, da liberalidade, da baixaria, da licenciosidade, da intolerância, da falsa democracia, das restrições… Sol nascente da hipocrisia. Procura, hipocritamente, a fonte das insanidades e atrocidades como temos visto, sentido e… sofrido.

post

Os tigres asiáticos e as antas brasileiras

Vivemos todos sob o mesmo céu,mas nem
todos temos o mesmo horizonte – Konrad Adenauer

Quinhentos e onze anos se passaram desde a colonização e o Brasil ainda não sabe o que é e muito menos para onde quer ir. Aos trancos e barrancos passou, viveu, sofreu e sofre metamorfoses que, embora ambulantes, não nos levam ou nem mesmo conseguem  chegar a lugar algum, como se sobre uma esteira rolante. A mais perturbada e perturbadora dessas errâncias ocorreu – e ocorre – nos últimos 25 anos. Uma geração completa – e repleta – de Sarney, FHC e Lula.

Com um hiato de Collor e Itamar.  Afora o último, todos comprometidos com os interesses escusos aos do País. Nenhum empenho para com a Nação. O País, diriam, cresceu. Não, digo eu. O Brasil está, e não é um País que cresce. Ele se enfeita, com contas bancárias e carros nas ruas. Mas permanece débil e atrasado como sempre foi, a começar pelos constituídos – sabe lá Deus como – que ditam as normas, os mesmos, em volta à corrupção em proveito próprio e à pilhagem em larga escala dos bens públicos, agora, também, das liberdades individuais.

Sem estratégia, sem pensar, continua com a síndrome de serviçal, com complexo de inferioridade, incapaz de crescer na mentalidade. Incapaz de evoluir social e culturalmente.   Ainda tem autoridade que, em sua (suposta) casa, se deixa ao vexame de tirar até o sapato para o beija-pé de El Rey… Débil, ignorante, complexado, é inapto a assumir uma ideologia política. Beija, humildemente, os pés de El Rey do Norte, a quem (des) tratava até recentemente e ainda mandava-o voltar para casa. Go home, yankee!. Se diz democrático, se espelha capitalista, mas age com totalitarismo medíocre de quem não sabe onde está o próprio nariz e vive a trocar os pés pelas mãos, indeciso se anda ou não de quatro.

Vejamos a famigerada democracia à brasileira, comparada às principais características do totalitarismo contemporâneo tão em voga no pós-guerra: 1) ausência de alternância real do poder político; 2) ideologia (?) política que delimita e explica totalmente toda a realidade social, ou pelo menos pretende delimitar e explicar na sua totalidade com base em premissas e argumentos pretensamente científicos; e 3) burocracia e estrutura administrativa complexa a serviço do Estado e não a serviço do indivíduo e da Sociedade.  E, como complemento, Sociedade Civil totalmente absorvida pelo Estado, formando um Estado sem opinião pública, contendo somente a opinião oficial, ou aquela firmada, ditada, imposta, pelos meios de comunicação, em sintonia com o poder oficial, ou aos grupos que o domina.

E como não temos opinião pública, os ratos desmiolados do poder fazem gato e sapato por interesses alheios ou visando ganho pessoal, em claríssimas afrontas às liberdades individuais, mas que ecoam na imprensa, mandada, servil e controlada, como dádivas ao ser humano e os brasileiros recebem as facadas satisfeitos e aplaude, não reparando que suas conquistas cambaleiam a cada dia, e em breve rastejará rumo ao túmulo definitivo, morada eterna de sua independência e da sua autonomia. Vivemos a era do não. Da proibição. Dos ditados e regras do que devemos ou não fazer.

Calados, aceitamos, acatamos, seguimos. Imbecilizados, perdemos o poder de crítica, de análise, de contestação. Reverenciamos, simplesmente. Queremos, todos, ganhar dinheiro, ficar rico, comprar casa, carro, roupas, bugigangas eletrônicas, novos, todos os dias… Mas nem nos damos conta de que, para isso, há um preço. Um custo, e alto. Há de se ter produção, há de se ter emprego. Há de se ser capitalista. Capitalismo, no Aurélio, – Sistema econômico e social baseado na propriedade privada dos meios de produção, na organização da produção visando o lucro e empregando trabalho assalariado, e no funcionamento do sistema de preços.  Mas temos vergonha(?) de sê-lo. Ou de confessarmos sê-lo. Queremos seu bônus, mas não seu ônus.

E essa hipocrisia demagoga, somada à falta de conhecimento, de preparo, de sensatez, de cultura, de senso, de uma visão global dos acontecimentos, levam à paranóia, à esquisitice, às incoerências, aos absurdos e disparates governamentais, em todos os seus ângulos. O capitalismo exige liberdade. No âmbito do direito à liberdade, cabe ao Estado protegê-la e não restringi-la. Compete exclusivamente ao indivíduo fazer suas escolhas, segundo suas crenças e sua concepção de bem. Somente o Estado totalitário define o que é bom ou ruim para o cidadão.

A democracia capitalista, essa que queremos viver, mas não assumimos, não viola a liberdade com leis e leis proibitivas. Campanhas de informação e de conscientização da população são positivas e aceitas, mas a escolha final é do indivíduo, seja em que for, considerando a legalidade e o costumo social. Queremos uma “revolução inglesa” no Brasil, mas, ao contrário do ocorrido há 500 anos nas terras da rainha, queremos transformar uma teoria numa prática. Prática que não se pratica, definitivamente, com a doutrina maniqueísta, de ditar o que é bom e o que o ruim, sobretudo sendo seus “ditadores” um bando de medíocres que, entusiasmado com o retumbante sucesso dos Tigres Asiáticos, caminham céleres para criar As Antas Latinas e, mais ainda, a Anta Brasileira. E, nós, os seus filhotes.

O Triunfo dos Imbecis

Não nos deve surpreender que, a maior parte das vezes, os imbecis triunfem mais no mundo do que os grandes talentos. Enquanto estes têm por vezes de lutar contra si próprios e, como se isso não bastasse, contra todos os medíocres que detestam toda e qualquer forma de superioridade, o imbecil, onde quer que vá, encontra-se entre os seus pares, entre companheiros e irmãos e é, por espírito de corpo instintivo, ajudado e protegido. O estúpido só profere pensamentos vulgares de forma comum, pelo que é imediatamente entendido e aprovado por todos, ao passo que o génio tem o vício terível de se contrapor às opiniões dominantes e querer subverter, juntamente com o pensamento, a vida da maioria dos outros.  – Giovanni Papini, in ‘Relatório Sobre os Homens’.

Página principal do Blog do Jua
Ainda sobre o tema:
post

Posse da eleita

Imprensa se esforça para transformar um nada em um tudo

A presidente Dilma Rousseff assumiu oficialmente o cargo e em seu discurso, várias vezes interrompido por adulosos aplausos, conseguiu gastar longuíssimos 40 minutos para dizer absolutamente nada. Muito embora a imprensa, engajada e servil, tenha se esforçado galhardamente para transformar o nada que ela disse em um tudo que ela não disse, a presidente repetiu frases e lugares comuns exaustivamente reprisados durante a campanha eleitoral. Em seu arrazoado, Dilma insistiu em ser a horripilante presidenta, e não presidente, numa clara necessidade de afirmação, inclusive de gênero.  Proferiu o óbvio e, em muitos casos, o obrigatório (luta contra a miséria, fome, desigualdade etc..), o mesmo que estamos ouvindo há séculos. “Vou zelar pela mais ampla liberdade religiosa e de culto. Vou zelar pela observação criteriosa e permanente dos direitos humanos tão claramente consagrados na nossa própria Constituição”. Em outras palavras, pretende dar continuidade a tudo e a todos, mesmo porque, não inspira ter idéias próprias ou um conhecimento realmente amplo, filosófico, político e histórico do mundo. O real, não o que se apresenta por aí. E continuou com o tititi repetitivo de sempre. Frisou seu fervoroso desejo de honrar as mulheres, será que não vai honrar os demais?  A lengalenga da reforma agrária foi omitida; garantiu paz social, mas nada lembrou sobre as invasões do MST. Nada disse sobre a violência geral, sobre os recordes de assassinatos, sobre o crescimento do tráfico de drogas, sobre a corrupção, silenciou-se sobre a criminosa falta de saneamento básico, responsável por mais da metade das mortes por doenças no País. Ficou no trivial mundano, sem novidade no front, mas confiante, pois a imprensa tem o dom de transformar o nada em tudo e, também, vice-versa. Enfim, não sei se fico com Rui Barbosa – De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto. -, ou se fico com Shakespeare – Alguns elevam-se pelo pecado, outros caem pela virtude. Ó céus, dúvida cruel! De qualquer forma, torço por ela. E que tenhamos sorte, mesmo com o ridículo modelito, desenhado por Mortícia, da família Adans ou seria por alguém da Família Buscapé?… Ó dúvida…!
post

Presidente-das-Porcarias

Ano novo e chefe novo – Esperanças vans no País do faz-de-conta

Os jornais estampam galhardamente garrafais manchetes alardeando vitoriosas ações policiais nos morros cariocas. Todos nós, principalmente os moradores do Rio de Janeiro, sabem muito bem tratar-se de escandalosas mentiras. Mas transformam-se em dissolutas verdades no País do faz-de-conta. Os amigos da Presidente choram copiosas lágrimas lamentando a ausência, na posse da eleita, de figuras como Barack Obama, Nicolas Sarkozy e seus colegas da Alemanha, Itália, Portugal, Inglaterra, Canadá e até da Argentina. Esqueceram-se, rapidamente, que a eleita e sua ninhada se fizeram combatendo a política desses países, seqüestrando, assaltando, explodindo e matando civis, tudo para implantar uma ditadura esquerdista. Memória fraca. Deputado não sei lá das quantas apresentou projeto que concede prisão especial, leia-se liberdade para continuar no crime, aos considerados pequenos traficantes. Em outras palavras, quem sair por aí vendendo cocaína não terá problema com a Lei, desde que seja em pouca quantidade. Me engana que eu gosto. Na tentativa insana e desesperada de dar mais uma chance para Zé Serra, a imprensa engajada e servil, criou, durante a campanha presidencial, o escândalo do aborto. Não faltaram “fontes” condenando a eleita, que a então candidata dizia-se a favor. Os evangélicos, católicos e afins, arrancavam os cabelos, segundo a imprensa, por causa da posição da eleita. Terminada a campanha, acabaram-se as preocupações e o moralismo cristão. Até o Seu Edir Macedo já estampa em suas publicações ser a favor do aborto. “melhor não nascer do que ficar por aí, pelas ruas, assaltando e matando”, diz em seu blog. Outros que defendem o aborto alegam que Hitler era contra, portanto, devemos ser a favor. O Governador do Rio de Janeiro disse que é favor do aborto, porque “quem nunca teve uma namoradinha que abortou?”. Certamente defende as drogas, pois quem nunca teve um amigo ou amiga que deu uns tapas?… Brasília está em alvoroço. Caravanas de tudo quanto é canto baixam na capital federal para ver, bem de longe, a eleita desfilar com faixa presidencial. Do jeito que tudo anda, a coisa tá mais para Macuquinho, o pássaro Presidente-das-Porcarias, e o que não falta é bico pra catar moscas nos esgotos e despejos. E alguém ainda tem esperança, mesmo com presidente e ano novos, no País do faz-de-conta?
post

Encontrei as respostas, mas mudaram as perguntas!

 Agora eu entendo o cinismo… eles que não esconderam, não acha seu lugar por querer… Acham eles
 Neste mesmo espaço há comentário a respeito da absurda Lei que concedia, e ainda concede, privilégios para quem tinha, e tem, curso superior. O mais escandaloso era, ou é, o de regime especial de prisão, caso o acusado, suspeito, denunciado, detido, seja lá que nome der para quem for preso, mas que apresente o diploma de 3º grau. Agora que o curso superior virou uma farra e, aos trancos e barrancos, e de qualquer jeito tornou-se acessível à plebe ignara e geral, as autoridades competentes acharam por bem acabar com o maldito privilégio. Mesmo porque, acreditam, ou devem crer, não há mais privilégio se o benefício tornou-se abrangente e alcança, agora, parte expressiva da população, as camadas ditas inferiores, socialmente, diga-se, mesmo que o diploma não queira dizer, ou não diga por querer, absolutamente nada em conhecimento, crescimento, educação, erudição, inspiração, civilidade etc.. Vale para estatísticas governamentais, vaidades, e satisfações em todos os seus sentidos. Figurativos ou não. Toda maneira fica bem na foto, ou na parede, como queiram. Acrescente-se que escola, hoje, é utilizada para doutrinar, não para ensinar, abrir horizontes, incentivar a criatividade, sabedoria etc.. Trasimaco, justista ateniense na época de Platão, compreendia que a justiça e outros conceitos derivados da lei não eram senão ferramentas para que os fortes submetessem os fracos. Ora!, ora!, ora!… Trasimaco, assim como tantos outros sábios, já antevia coisas como o Brasil, onde o emaranhado de leis serve para confundir, não para esclarecer e promover a justiça. E foi Luis XVI, Rei da França entre 1774 e 1793 que, também inspirado no mesmo Trasimaco, disse que Se tivessem os legisladores promulgado tantas leis para recompensar as boas ações quantas promulgaram para castigar os crimes, o número de virtuosos teria aumentado mais pela atração da recompensa do que o número dos perversos tem diminuído pelo medo do castigo. Porém, nossos sábios legisladores e doutores, no Brasil, preferem justamente o contrário, premiar o crime e o criminoso, em especial, criando regras confusas para saídas estratégicas. Por isso, parodiando Jorge Aragão na voz de Emílio Santiago, agora eu entendo o sorriso, eles que acham que não. É cinismo… E se alguém concluiu isso que chamam de curso superior, mesmo não compreendendo superior em que, que trate de encontrar respostas para as novas questões sobre velhos assuntos. É bom não se esquecer que em culturas como as do Brasil, política, social, econômica etc. e tais, sempre que descobrimos as respostas, mudam-se as perguntas… É como nos tempos de Luiz XVII. As práticas mercantilistas e absolutistas do rei continuam valendo, assim como os privilégios da nobreza. Dessa forma, sentem-se sempre em casa, privilégio que, para Honoré de Balzac, pertence apenas aos reis, às prostitutas e aos ladrões. Alguma semelhança? E que cada que encontre seu lugar, se não eles acham.
post

Os filhos da p… de Bob Fields

O tempo passa, o tempo voa, mas deixa âncoras que a incompetência e a covardia mantém inerte e fundeado o trifurco basilar do País – entreguismo, traição e injustiça

No Brasil, resultados são o que menos importa. Importa se o autor é rico, tem poder, ser amigo de quem é o poder, e um monte de diploma na parede. É o bastante para ditar regras e montar cátedra. Eu vivi parte da minha vida compelido a seguir as cartilhas ditadas pelo economista, embaixador etc., Roberto Campos. Hoje sou obrigado a continuar sob a égide dos filhos da política (doravante denominados filhos da p… ) desse que atravessou o século passado infiltrado em tudo quanto é governo. Getúlio Vargas, Juscelino, e os militares, sempre como serventuário de organizações internacionais que comandam o mundo e dele querem fazer, se já não o fizeram, um grande feudo a seus serviços. O pior, os filhos da p… de Roberto Campos nem mesmo criatividade possuem, apenas limitam-se a copiar o que a p… de Roberto Campos plantou. Acho que não sou o único a não entender absolutamente nada disso que chamam de economia. A diferença é que, os que pensam ao contrário, acham que sabem e saem por aí expelindo asneiras. Como ninguém entende, vale a tática de Lima Barreto em O Homem que Sabia Javanês… Na velha manobra delfiniana, outro filho da p… de Roberto Campos, após enganar antes da eleição, mostra a carranca sem-vergonha pós pleito. E dá-lhe arrocho na cambada de idiotas: nós. Quem tiver a curiosidade de saber alguma coisa sobre a p… de Roberto Campos, há várias biografias à disposição nas livrarias e na própria internet. Todas, claro, deixa-nos apreensivos quanto a possibilidade de ele vir a tomar o lugar de Deus, de tão perfeito foi e, mais ainda, os são seus filhos da p… . Mas vejamos: A p… de Roberto Campos, nem que seja entre aspas, entrou em conflito com o FMI. Os filhos da p… também; a Reforma Agrária defendida pela p… de Roberto Campos no Ministério do Planejamento no Governo Castelo Branco, era capitalista, onde a justiça social não era prioridade. Os filhos da p… atuais também, pois vender terras para o Incra é um ótimo negócio e, invadir, idem. E, igualmente, enriquecem alguns e não reforma nada. Numa política típica de filhos da p…; Essa, em 1965, eliminou a oposição sindical, e criou uma estrutura corporativa. A p… de Bob Fields, como era conhecido Roberto Campos, transformou os sindicatos em agências cartoriais que limitavam-se a cumprir o que o governo determinava. Alguma diferença com a os filhos da p… de hoje?. A p… de Bob não admitia desenvolvimento e igualdade social ao mesmo tempo. Os filhos da p… de hoje, igualmente. Pois as bolsas engana-trouxas são apenas um paliativo, promove igualdade alguma e apenas estica a discrepância. “A opção pelo desenvolvimento implica a aceitação da idéia de que é mais importante maximizar o ritmo do desenvolvimento econômico do que corrigir as desigualdades sociais”, defendia a p… de Bob. Senhor do entreguismo, produzindo pérolas como Fernando Henrique Cardoso, A Praga, combatia o nacionalismo e era, como os filhos da p… de hoje, defensor ferrenho dos bancos e banqueiros, os senhores do mundo. Implantou a remessa a rodo de lucros para o exterior, como ocorre com a p… de hoje. Antinacionalista como os filhos da p… atuais, Bob chamava os que defendiam os interesses do Brasil e lutava por uma pátria realmente livre, de subversivos, bloqueadores de concorrentes, protetores de monopólios ineficientes. Hoje, como podemos ver, continuam os monopólios e tornaram-se eficientes, só que em mãos e em favor de alienígenas e, como um outro filho da p… de Bob, FHC, A Praga, sorri dos “burros honestos”: nós, como éramos tratados pelo filho da p… de Bob Fields.  A p… de Bob mantinha relacionamento estreito com o empresariado. Não, porém, sem uma ou outra rusga, nada que o tempo e, em especial, os entendimentos, não contornassem. “Os empresários são os personagens centrais na promoção do desenvolvimento econômico. São elementos renovadores da sociedade…” etc…, defendia a p… de Bob, como hoje apregoam seus filhos ou os filhos da sua p…. Bob Fields estava lá quando surgiu o BNDES, grande financiador de mamatas nacionais e internacionais; estava lá quando se criou o Banco Central, em 1965 e, claro, defendendo a sua autonomia para facilitar as fraudes, logros e embustes nacionais e internacionais, promovendo os arrochos sem afetar a demagogia política. E tudo isso o aproxima muito, mas muito mesmo, dos filhos da p… de hoje. Sem tirar nem por. Basta prestar atenção em todos os itens listados acima e tantos outros não citados. Mas, como disse no início, não entendo patavina disso que apregoam economia. Será que sou diferente dos famosos, famigerados e respeitados comentaristas e analistas econômicos…? O fato é que a era das surpresas voltaram. Surpresas aspadas, pois dos filhos dessa política bobfriendana tudo pode se esperar… Mais um pacote, de tantos que já vi, senti e sofri em minha vida até aqui. E, como Bob se fez no planejamento, fica claro essa p… nunca existiu e, pelo jeito, nunca existirá no Brasil. Nem em economia nem em área alguma. É tudo feito nas coxas e, como os escravos encravados, vamos moldando na parte superior da perna essa lama brasileira como legítimos filhos da p… de Bob Fields e seus herdeiros. Essa mesma p… que deve orientar os “órgãos de segurança” no RJ assistindo, de longe, a fuga dos marginais de um morro para o outro e usando os lixeiros para transporte de armas e drogas. Nós, assistimos a orgia da p… nacional. Caláaaados….!, o que é pior! Seremos todos filhos dessa p…?
NR – Curiosidade: quantos mineiros têm no primeiro escalão da “mineira” Dilma, mesmo? Hem? Hem? Hem?
post

Promoção do ano no Rio de Janeiro – Grande queima de veículos (e de dinheiro)

(…) Aquilo que não se consegue com argumentos, obtém-se com chacotas.

Os brasileiros, naturalmente ufanistas, sobretudo pelo tamanho do País, já acumula motivos de sobra para se preocuparem com uma possível invasão do bispo do Paraguai, índio da Bolívia ou o do coronel da Venezuela, sobretudo diante do festival de incompetência e hipocrisia que ocorre na cidade do Rio de Janeiro. O que deveria ser uma ação policial transformou-se num espetáculo de televisão e, diga-se, paupérrimo e repetitivo, na tentativa insana de transformar chorrilho de incompetência em uma grande ação militar, ao estilo roliude e aos moldes das grandes batalhas da história. O Dia D, na Normandia. Não sou conhecedor de táticas militares e, muito menos, da geografia da cidade do Rio de Janeiro. Mas, nos poucos segundos que dediquei, por acaso, a assistir a televisão, pude ver imagens de um enorme bando de fugitivos de uma Vila Cruzeiro, em meio a um capinzal, rumo a outro aglomerado ou favela, não sei ao certo. Isso depois de o lugar em que se encontrava ter sido tomado pela polícia. Um triste espetáculo. O lugar ermo, invadido por homens em desnorteada debandada. Do alto, a TV mostrava a tragicômica e ridícula cena, mas nada de polícia, ou forças militares como queiram. Uma voz abafada, uníssona de Norte a Sul, berrava em murmúrio: cadê a polícia???? – E a marginalia encontrou refúgio em outras paradas, sem ser incomodada, a não ser pelas câmaras de TV, que viram o que a polícia deveria ter previsto, fosse séria e competente. Se Stanislaw Ponte Preta vivo fosse, veria o seu Festival de Besteiras que Assola o País (Febeapá), ao vivo e em cores para o horror daqueles a quem ainda resta um restinho de senso crítico. Milhões e milhões de nosso dinheiro estão sendo gastos em mais este espetáculo de vaidades, hipocrisia e incompetência. E pior: sabemos de antemão que nada. Absolutamente nada dará de resultado positivo em termos de coibir a ação de traficantes. Simples: não se ataca a raiz do problema. Não se altera as leis benevolentes e instituídas justamente para dar guarita às ações criminosas. Quisessem, sabem mais do que nós, que o tombo é mais em cima. Bem acima dos morros. Alguns números, pegos aleatoriamente, demonstram claramente que não há, de fato, vontade política, coragem, para cortar o mal pela raiz. Há, sim, um desdém geral para com a realidade do dia-a-dia da população. Vejamos: nestes oito anos de Governo Lula, o Brasil registrou 700 mil mortes violentas. O que foi feito? Nada, absolutamente nada. A mídia mostrou? Nada, absolutamente nada. Dados somente da cidade do Rio de Janeiro, por mês: 10 mil assaltos; 500 estupros; 2 mil furtos de automóveis. Isso para citar somente alguns dos aterrorizantes dados. Mas a violência desenfreada não se restringe à Cidade Maravilhosa: o número de homicídio no estado do Pará é dez vezes superior do que o de São Paulo, que possui população dez vezes maior. O índice de criminalidade em Curitiba é três vezes maior do que o da capital São Paulo. 80% das armas que circulam nas favelas do Rio de Janeiro chegam do Paraguai. 80% das drogas, da Colômbia e da Bolívia. Por que não fecham a entradas das favelas? Será que desejam mesmo exterminar o tráfico e a violência, ou apenas querem dar uma satisfação para a população e oferecerem espetáculo para a televisão às nossas custa? E outra pergunta que não quer calar: será que nossas forças de defesa nacional é aquilo que está agindo no Rio de Janeiro? Se sim, estamos perdidos. Bem vindo, Hugo Chavez, mi casa, su casa… Aproveite o final de ano, e a grande queima de veículos no Rio de Janeiro. É como diria Erasmo de Roterdan, (…) aquilo que não se consegue com argumentos, se obtém com chacotas. É o jeito.
post

Depois do cigarro, refrigerante é a bola da vez

Políticos brasileiros, do Cabo a Rabá, cerceiam as liberdades individuais expelindo leis e leis determinando o que podemos e não podemos. Já o saneamento básico, a assistência médica, as drogas, a violência…
Qualquer um que tiver coragem, paciência, não se importar com agressões à língua-pátria, as logorréias de praxe, pode percorrer todas as casas legislativas do Brasil e claramente perceberá o mundo sem fim de projetos e leis cerceando as liberdades individuais. São milhares e milhares de legisladores e gestores empenhados em seguir a cartilha que nos empurra rumo a um governo único mundial, onde individualidade será o que menos importa. Este espaço e no livro “O Beijo do Perdão e o Córtex Pré-Frontal” (links abaixo) estão recheados de provas e testemunhos que é nesse grande cataclismo que a humanidade se afoga. Por preguiça, omissão, comodismo, desinformação, pelo insaciável desejo do ter. E nessa trama, há tantos inocentes úteis quanto os mais úteis que inocentes. Nessa leva, nossos legisladores. Com agravantes, igualmente omissos, preguiçosos, comodistas, desinformados, gananciosos, são também pretensiosos. Em conseqüência, formam um enorme bando de inocentes úteis, – há as exceções dos mais úteis que inocentes -, a ditarem normas bem ao estilo do que determina a nova ordem mundial, em especial via os meios de comunicação e, mais especial ainda, pela tevê. Essa, carro chefe de quem comanda, dita moda, comportamento, o que cada um deve vestir, comer, fazer, praticar e coisas tais. Os nossos legisladores seguem, às cegas, os ditames. Vão secos na cartilha, pois não pensam, e nos impõe, via leis, como devemos viver. Se podemos ou não fumar, se podemos ou não beber, o que podemos ou não. Na força. Depois do cigarro, a bola da vez são os refrigerantes e sucos. Do Oiapoque, ou Monte Caburai, ao Chuí, todos os executivos e legislativos estaduais, e muitos municipais, estão focados em temas como esses, expelindo leis e regras determinando nosso comportamento e gosto. O que poderia ser reputado como uma preocupação para com a saúde pública, não passa de Incoerência, incongruência, absurdo. Fosse assim, não teríamos tantas mortes e doenças provocadas pela falta de saneamento básico; pela falta de assistência médica preventiva; pela falta de hospitais; pela violência; pelas drogas que rolam livres, leves e soltas, amparadas por leis benevolentes, por vistas grossas e costas largas a proteger traficantes e usuários. O fim, realmente, é a unificação, é a robotização humana. O caminho, experiências como essas sobre o cigarro e, agora, com sucos e refrigerantes. Ninguém chia, vai se em frente apertando ainda mais o cerco, até que não se tenha mais saída. Até que estejamos todos presos. Indelevelmente encarcerados numa só doutrina. Num só comando. Em escura escravidão e único objetivo: servir aos senhores Illumunati, Big Brother, governo oculto, governo secreto, seja qual for a nomenclatura, é o Establishment, agindo na sombra, fantasiado de reis, empresários, filantropos, ONU, OTAN, e em abre-alas, como as ONGs, imprensa, e a benevolência da população unida à inércia e a colaboração sistemática parlamentares e líderes(?) brasileiros em todos os níveis?      
Página principal do Blog do Jua
Mais sobre o assunto:
post

Mas se for por falta de até logo, adeus, Serra!

Dona Presidente ou presidenta, ainda não mudou de século
Dona Dilma ganhou e teve, de fato e de direito, 56% dos votos. Continua, como no pronunciamento após a ratificação de sua escolha, com um discurso meia boca e do século passado. Porém, representa, realmente, grande parcela da população brasileira. Recebeu o voto do eleitor convicto ou convencido de que ela é, realmente, a melhor para o Brasil, embora bem distante dos índices de aprovação de seu tutor, Lula da Silva. Já o Serra, parece que passou o dia consultando ao seu psiquiatra a procura de uma afirmação, uma forma de continuar com o nariz empinado mesmo depois da sova. Saiu de lá atordoado, mas com um sentimento de que é, realmente, o maioral. Só ele que não sabia que a derrota estava escrita. (E aqui, no Blog, em janeiro) Ainda não caiu na real. Saiu por ai cantando o Hino Nacional… Com um agravante, ele, ao contrário de Dilma Rousseff, não obteve, de fato e de direito, os 43% dos votos dos brasileiros como mostraram as urnas. Parte expressiva desses votos não era para ele, era contra a Dilma. Como não havia opção… Num tem tu, vai tu mesmo… Basta observar que a soma dos que não votaram é bem próxima à de José Serra. A emenda do PSDB saiu pior que o soneto. Está ainda mais fraco e, se não tomar cuidado, vai acabar. O PT está com tudo. E está prosa, sim. Mas com razão. PMDB não pode ser levado a sério. O DEM, mudou de nome, piorou. O PSDB… esse, sua serra desmoronou de vez… É isso aí. “já deu tudo de si”, não vai além. O resto… o resto é resto, mesmo. O ti-ti-ti revela que Aécio Neves deverá criar um partido. Tomara. Mas deveria deixar Serra de fora. Converso e recebo muitas mensagens. Não conheci nem uma eleitora mulher que votou ou deixou de votar em Dilma por ela ser mulher. Isso é conversa do século passado. /// Portanto, Dona Dilma, para com isso de presidenta. Vá de presidente, mesmo. Presidenta soa como pejorativo. Siga o professor Adalberto J. Kaspary, autor de Português Para Profissionais. Ele é um dos que defende o uso da forma comum aos dois gêneros: presidente. Com o aval da Academia das Ciências de Lisboa, já havia aconselhado a ministra Ellen Gracie Northfleet, primeira mulher a presidir o Supremo Tribunal Federal no Brasil, a adotar a forma presidente, isto é, adequada para os dois gêneros e mais formal. O professor Pasquale Cipro Neto explica que, de praxe, as palavras que terminam ‘nte’ não tem variação. O que identifica o gênero, destaca ele, é o artigo que o precede, como por exemplo, o gerente, a gerente, o pedinte, a pedinte. O sufixo é originário do latim, do particípio presente, e segue a mesma regra atualmente no português, italiano e espanhol. Mas o cargo é dela, ela que o denomine e faça bom uso. Mas o pior, mesmo, ficou por conta de Serra. Ele não disse adeus, disse até logo… Mas se for por falta de até logo, adeus, Serra!
post

Ainda em busca de um grande talvez

A mentira é sagrada e a falsidade será a nossa arma principal – Lenine 
Pelo menos duas lições vêm-nos da França no momento. O quebra-quebra da população, sobretudo jovem, contra as alterações na Lei de aposentadoria e o outro lado, a pouca conta que os congressistas deram a essa revolta, aprovando as mudanças propostas pelo Governo. Da primeira, aprendemos o que é uma população politizada. A juventude viu que, esticando o prazo para aposentadoria, o seu primeiro emprego se distancia, daí a sua insurreição, tendo como aliada principal a classe dos trabalhadores, que terá que esticar o seu labor mais dois anos.  Da segunda, tiramos a lição que congressistas são, aqui e alhures, defensores do governante de plantão e não, como teoricamente se entende, porta-vozes da vontade da maioria da população, no caso da França, 71% dos franceses. Por aqui, com uma qualidade e uma expectativa de vida bem menores, o limite para a aposentadoria é de 65 anos e, há muito, ninguém chiou. Lá, agora, é que vai para 62. Com Lula, o grande estadista, populista e trabalhador, nada mudou, só piorou.  Entre as milhões de explicações, algumas destacam-se. A famosa índole pacifista do brasileiro. O seu comodismo. O seu individualismo.  Esse pacifismo é por conta dos formadores de opinião. Na verdade é um dos países, se não o mais, violento em todo o mundo. As demais, entre outras, vêm do DNA, por diversas razões e pela manipulação do poder por meio da imprensa, a mais engajada e menos nacionalista do planeta. Por métodos sofisticados nos meios, mas simples nos fins, e utilizando-se de psicologia social e de propaganda subliminar, sobretudo, desvirtuam ou silenciam os fatos relevantes, criam mitos e suscitam-se movimentos emocionais de opinião pública. Manipula a inteligência, a vontade e a sensibilidade dos indivíduos, alterando referências históricas em que as preocupações coletivas, conceito de sociedade organizada são estrategicamente retiradas. As pessoas já não sabem de onde vêm nem para onde vão, vivem o presente sem valores, apenas o material interessa, transmitindo aos poucos filhos, quando os têm, este empty way of life. Tudo isso “… leva à desintegração atômica da moral, a uma espécie de decomposição radioativa de todos os valores.” (Arthur Koestler). Os programadores da psicologia das massas, a serviço, assim como a imprensa, do sistema mundial pelo domínio dos povos, aplicam os métodos utilizados por Pavlov para programar os comportamentos dos cães. A indução deliberada do medo, da raiva ou da ansiedade eleva a sugestionabilidade. Se as emoções forem mantidas a um nível de intensidade elevado durante muito tempo, o cérebro deixa de responder. Quando isso acontece, torna-se mais fácil impor o pensamento e o comportamento que desejam. As massas passam a agir e reagir a um sinal (ordem ou objeto) maquinalmente, sem participação ativa da vontade. Sem pensar. Questionar. Roboticamente. Forma-se, então, o que podemos chamar de os Carneiros de Panurgo, como em Gargântua e Pantagruel, de François Rabelais. Representam o espírito imitativo da multidão e a facilidade com que todos os “carneiros” mergulham e se afogam no mar, atirando-se do alto do precipício,  seguindo o exemplo de um carneiro atirado por Panurgo. Estudos comprovam que, em circunstâncias favoráveis, praticamente todo homem pode ser convertido em não importa o quê. Os rebeldes são isolados. Silenciados. Esquecidos. Ignorados. Desprezados. Tratados como anormais. O Papa Pio XI já se referia a existência de uma “verdadeira conspiração do silêncio” sobre os crimes em grande parte da imprensa mundial, juntamente com uma “propaganda diabólica” em favor de idéias e estilos de vida anticristãos. Oculta informação, deforma as evidências e desinforma por sistema. Procura refazer a verdade trocando a História pela vontade. O objetivo é a opinião pública que, segundo Paul Valéry, é o resultado da mistura da mentira com credulidade. As massas absorvem o que lhes são fornecidos. Sem questionar. De maneira acrítica; absorvem, sem discernimento, e acumulam as informações indistintamente, não se importando como o que seja verdade ou mentira. O que é construtivo ou nocivo. No inconsciente, a emoção predomina sobre a lógica. E é aí, nesse inconsciente, que os manipuladores, conscientemente, atuam com a propaganda subliminar. Agem, de preferência, sobre a juventude, criando os adultos idiotizados, e novas levas de jovens ainda mais imbecis. Este formará um rebanho humano inofensivo, com uma independência intelectual diminuta e previsível. Algumas semelhança com o Brasil, seus candidatos a presidente e a campanha eleitoral? E como Rebelais, também sigo por aí, à procura de um grande talvez. 

post

Poder oculto informa: sai gripe suína, entra superbactéria sul-asiática

“Há duas histórias. A oficial, mentirosa. E a secreta, onde estão as verdadeiras causas dos acontecimentos. História Vergonhosa”. (Balzac)
Mal a imprensa engajada e orquestrada anunciou o fim da gripe suína, as manchetes ganharam um novo bicho papão mundial, que em breve estará aterrorizando as pessoas, dominando todo o noticiário, monopolizando as discussões e vendendo bilhões de vacinas a preço de ouro. E, claro, escondendo as demais sujeiras, de todos os níveis, sob o tapete, enquanto a população desesperada vira presa fácil para os manipuladores. Trata-se de mais um vírus misterioso que teria surgido no Paquistão e matado um turista belga, em junho último. A superbactéria é, evidentemente, resistente a medicamentos. Se não fosse, não se faturaria os bilhões previstos. De acordo com os porta-vozes do poder mundial, extinta imprensa, a superbactéria pode se espalhar por todo o mundo após infectar dezenas de pessoas na Grã-Bretanha e na Austrália. E alguém dúvida que já está sendo espalhada, verdadeira ou não? Em volta aos mesmos mistérios que cercaram as anteriores, “o epicentro dessa nova bactéria seria a Índia e o Paquistão, mas aparentemente devido ao contato e às viagens, sua disseminação está se alastrando”, explicou à AFP Youri Glupczynski, bacteriologista da Universidade de Leuven, Bélgica. superbactéria já tem nome oficial. Trata-se da gene Nova Délhi metalo-lactamase-1 (NDM-1) – identificada há um ano em um paciente sueco que deu entrada em um hospital indiano. Segundo a revista médica britânica “The Lancet” relatou esta semana que a bactéria contendo o gene NDM-1 tinha sido encontrada em 37 britânicos, que recebeu tratamento médico no sul da Ásia. Sempre é bom lembrar que a Bélgica é um dos centros do poder oculto que deseja, e já está conseguindo, implantar a ditadura do governo único mundial. Os meios de comunicação, antiga imprensa, deram ênfase durante a semana de 13 de agosto de 2010, que a suspeitíssima Organização Mundial de Saúde (OMS) anunciou o fim da gripe suína, mais de um ano depois do pânico e mortes que causou mundo a fora, sobretudo nos países pobres, principalmente de espírito e sem comprometimento, como o Brasil. “O mundo não está mais na fase seis do alerta de pandemia. Estamos entrando na fase pós-pandemia”, declarou Margaret Chan, diretora geral da OMS. “O vírus H1N1 já concluiu seu ciclo”, acrescentou. Nada disse sobre os lucros trilhardários dos laboratórios. Calou-se sobre a quem interessa esses pânicos, essas mortes e emudeceu-se sobre os negócios em torno das pandemias cada vez mais comuns. O discurso vazio foi cansativamente repetido pelos meios de comunicação, ex-imprensa. Nada questionaram, nada esclareceram, nada informaram. Contentaram-se em noticiar de acordo com a recomendação de seus manipuladores internacionais. Aquilo a que se chamava de imprensa hoje apenas obedece a leis secretas de aniquilamento das soberanias e dos povos. E não é só a ex-imprensa, os governantes também, sobretudo antes de assumirem, como pretendem Dilma e Serra, e já o fez, por duas vezes, Lula. Têm de seguir a cartilha, é a ordem. Nada de ficar “contrariado”, como disse Lula ao assinar o embargo ao Irã. Desde a época em que foi candidato pela primeira vez já sabia que a condição era essa. Obedecer. Mandar, mesmo, só nas miudezas internas: mensalão, ambulâncias, cartões corporativos, Bancoop, Renan, Sarney e tantos mais. Tira-gostos para distrair a turma. Fichinhas perto do que está em jogo. E, como já se disse e se repetiu durante os séculos, “Há duas histórias, a oficial, mentirosa, E a secreta, em que estão as verdadeiras causas dos acontecimentos, História Vergonhosa”. (Balzac, “Les illusions perdues” t. III).


(…) Entre as falsas histórias, que contares, lhes contarás a minha verdadeira. (…) Tomás Gonzaga.


Leia também 
post

Dilma não muda de século e nem o Serra de discurso

E ambos se perdem na história. Tá enteindeindo?

Tudo bem! Dilma foi isso, foi aquilo, assaltou isso, explodiu aquilo. Mas muitos naqueles tempos e naquela idade fariam o mesmo. Tempos de idealismo sem causa. Naquelas priscas eras de inocência e infantilidade, qualquer distância era grande, qualquer luta era idealista, qualquer contra era bossa, qualquer caso era causa num mundo manipulado e maniqueísta. Por aqui, reinava o idealismo debatido no Dolce far Niente das mesas de bar, na leitura “dos cadernos do tenente Hermógenes”. E a ordem era combater pelo bem, cujo protótipo era qualquer coisa que não fosse ianque, o mal. E a qualquer coisa que existia estava sob o comando da União Soviética, que respingava aqui por meio de Fidel Castro e Che Guevara, ídolos da juventude desvairada. Mas era tudo a mesma coisa, a mesma regência capitalista plantada pelo ídolo Lênin, comandada pelos mesmos Emboabas e Mascates disseminando a discórdia aqui e alhures. O dualismo programado. Energias opostas que se completavam para o mesmo fim. E a balbúrdia da polarização local interessava a ambos os lados. Boatavam, recrudesciam, intrigavam, ameaçavam, perturbavam, provocavam, faziam o povo tremer de medo, estourar de raiva. Irritada e aterrorizada em meio à desordem, a massa era conduzida, dócil e confiante para onde se quisesse, na maior facilidade. Alguma semelhança com o hoje? Interessava a ambos, EUA e URRS, Emboabas e Mascates, farinha do mesmo saco. E foi o que aconteceu. A polarização programada, dirigida, manipulada. Uma era que já era e não há tribunal dos tempos. Outros tempos, outros cuidados, diria o filósofo, e não há como julgar, com as idéias do hoje, o que ocorreu há quase meio século sem estimar como, porque e por quem, sobretudo. E vale para os dois lados, tá, Dona Dilma? Seria insano. O que podemos constatar é que, para muitos, parece que o tempo parou. Ou pararam no tempo. Não cresceram. Não evoluíram. Não descobriram. Continuam com verbos ultrapassados conjugando no pretérito, lutando contra moinhos. Repetindo o mesmo serviço, como outrora, de bonecos de engonço dos eternos manipuladores. As artimanhas, por outros métodos, continuam as mesmas, o engodo tem nova cara e muitos ainda não enxergaram. Dilma é o maior exemplo, ou o mais evidente. Continua entre Sila e Caribdes, não aprendeu com o tempo, não aprendeu com a história, não aprendeu com a vida. Ainda não sabe quem é o inimigo. Ou a estrelinha vermelha não é apenas um simples símbolo de seu partido e tem mais dedos do que as mãos do trabalhador? Está perdoada pelo passado, mas não pelo futuro. Ao seu oponente, Serra, cabem os mesmos ditos. Com agravante, pois ainda não sabe de que lado está. Ou descobriu que não existe mais lado, apenas dissimula? Alardear que participou da luta armada, terrorismo ou seja lá o que for, é confessar-se igualmente tolo. Que se mudou para a maciota no Chile? Pior ainda. É assinar o atestado de ingênuo. Ingenuidade, aliás, alada a uma imensurável soberba calcada em apreciável poltronice, onde posa de democrata, mas negou a Aécio Neves o direito de expor seu nome à consulta na escolha do candidato do Partido à Presidência da República. Fez renascer as velhas rusgas entre mineiros e paulistas. Teria lhe poupado bons vexames. Aécio, pelo menos, não ficaria preso ao discurso vazio de fatos cinqüentenários. Serra, de olho preso no próprio umbigo, revela também que só conhece a sua história e ainda não se acostumou com ela, pois chora ao relembrar sua infância. Que meloso. Deveria chorar pelos milhões que também tiveram, e têm, infância difícil, mas não a milésima parte das oportunidades que ele teve. Soubesse outras histórias, saberia que os ranços centenários entre mineiros e paulistas não se apagam com viagens repentinas ao Estado e discursos recheados de generosas doses de adjetivos atributivos. Saberia que a coisa está no cerne. No DNA dos mineiros. Nos embates pelo ouro nas Gerais nos tempos das bandeiras e das minas. Serra criou para si mesmo um novo Capão da Traição, e terá que picar a mula Sertão a fora, como seus antepassados em 1709, ou perecerá como os 300 daquele tempo, e, como tais, sem abocanhar as riquezas do povo mineiro. Serra não sabe que na mesma proporção que cresce em arrogância e em soberba, exacerba também a rejeição, aflorando a memória dos mineiros que relembram as traições históricas, como na república velha, e não vão engolir novos Washingtons e Prestes que já azedaram o café com leite. Serra parece desconhecer, igualmente, que os mineiros sabem como fazer uma Revolução Constitucionalista, não, necessariamente, aos moldes de 1932. Também não esqueceram das diretas já, quando a turma do Tietê articulou a eleição pelo colégio eleitoral. O intuito era tirar Tancredo da parada. Mas não adiantou. Nova escaramuça na paulistada. E escaramuçar é uma necessidade histórica em que Minas sempre esteve à frente. Só o Serra não sabe. Assim como não descobriu que Minas e os mineiros sempre estiveram à frente nos momentos de grandes embates na vida nacional. Minas, ao contrário do que Serra imagina, mantém uma forte aliança, mas com o Brasil de todos os sotaques, de todos os sons, de todas as cores, de todos os sonhos, não apenas o dos tilintares das moedas ou do verbo no singular. Minas não trai, atrai e não foge à luta. Minas é plural.

Muda o discurso, Serra! Tá enteindeindo, ô meu?

post

Aproveite os salpicos de democracia…

“Os presidentes dos países ditos de terceiro mundo são apenas comissários de uma globalização que só beneficia às nações lideradas pelos EUA.”. José Saramago

Estamos todos carecas de saber que não significa absolutamente nada mudar o nome do ocupante do Palácio do Planalto. Salvo uma tagarelice hipócrita e demagoga aqui e ali, da conversa séria nenhum participa. “São apenas comissários a serviço do poder mundial” e, para tal, qualquer um serve, desde que se curve às ordens, dê uma banana para o Brasil e engane o povo com bolsas para perpetuar a miséria e a dependência.

E, por isso mesmo, o ato democrático que todos apregoam nesses meses que antecedem o engodo final, acaba tão logo se confirme o nome vencedor. Basta olhar para o passado recente. Mudaram se os nomes, mas as mentiras, os escárnios, as locupletações, as traições, as roubalheiras e corrupções continuam as mesmas, e cada vez mais apuradas.

Como afirmou o recém falecido escritor português José Saramago, “Os presidentes dos países ditos de terceiro mundo são apenas comissários de uma globalização que só beneficia às nações lideradas pelos EUA.”.

Ouviu algum prometer acabar com o desarmamento civil, que tanto interessa aos dominadores? Ouviu algum prometer rever nossos benevolentes códigos que protegem os marginais e apavora a população? Algum candidato prometeu reduzir a menoridade tão clamada pela população? Algum deles ou dela prometeu rever o entreguismo brasileiro dos últimos 15 anos, via privatização? Algum deles topa rever as questões da Amazônia? Da mineração? Das exportações dos bens não renováveis? O MST? A especulação? As leis ambientais que tanto travam o crescimento? E tantas polêmicas mais?

Pois é, reveja a verdadeira história, a não contada oficialmente. São os mesmos métodos que os judeus empregavam, ou empregam, para dominar as riquezas do Brasil, do engenho de açúcar de Pernambuco às minas das Gerais. Inclusive o povo assustado e desarmado em volta a maquinações, logros, zombarias e ludíbrios. Assim, permanecemos dependentes, carentes, devedores, atrasados, extorquidos, manipulados e eternamente em estéril esperança.

Pense aí o que realmente prometem e se algum deles possui um projeto real para o Brasil. Seja quem for a assumir o Palácio vai continuar submisso ao poder mundial e a entregar as riquezas brasileiras, como FHC e Lula. Em troca, receberão medalhas e promessas de postos supostos na ONU, a exemplo dos traidores históricos do Brasil que se vendiam por título honorífico e os próprios índios, que se entregavam por espelhinhos e bugigangas.

E o País, sem Nação continuará navegando por mais oito anos vegetando sem perspectiva, entregando nosso ouro, e esperando pela próxima eleição para tudo se repetir, como sempre aconteceu.

Portanto, aproveite os salpicos de democracia e não vote para presidente, pois, os embobas e mascates continuam os mesmo e, como disse Benjamin Disraeli,

“O mundo é governado por personagens muito diferentes das que imaginam os indivíduos cujo olhar não penetra nos bastidores.”.

Benjamim Disraeli

post

Lendas e calendas

Índio sem brilho na constelação Tucana
Conta uma lenda indígena que em São Paulo, na região de Juréia-Itatins, de sete em sete anos aparece um tucano de bico de ouro, faz um vôo rasteiro sobre a serra para logo em seguida desaparecer retornando sete anos depois, sucessivamente. A lenda explica que a pessoa que conseguir ver o tucano de bico de ouro será rica e feliz. Ainda não se tem notícia de alguém que tenha vivido, para sempre, rico e feliz, a não ser o próprio, pelo bico que tem. Uma lenda para as calendas. Tucano também é o nome de uma constelação austral ao Sul de três outras, entre elas a do Índio. Portanto, segundo os astronomos, as constelações de Tucano e Índio são vizinhas. Porém, Índio é pouco conhecida e sem brilho, pois as estrelas vizinhas a ofuscam, não sendo fácil localizá-la, sobretudo por falta de estrelas brilhantes em seu meio. Hiparco, (Hipparkhos (190 – 126 a. C.), um dos percussores gregos da astronomia foi quem introduziu o conceito de grandeza, associado ao brilho (e não às dimensões) das estrelas. Por seus conceitos, ainda hoje considerados, Índio é uma constelação de sexta grandeza, bem apagadinha. De acordo com a astronomia, as 48 constelações que se localizam no hemisfério Sul, como Tucano e Índio, ao contrário das demais, não formam uma família nem por sua mitologia e nem pela singularidade astronômica, ou seja, não possuem afinidades entre elas. No popular, é cada uma por si e Deus pra todos, mesmo porque, a bem da verdade, as constelações não são verdadeiros grupos de estrelas. Essas, apenas parecem estar agrupadas vistas de longe, mas na realidade, encontram-se há anos de luz de distância uma das outras. Assim como o Tucano do Bico de Ouro, também Índio pode não passar de uma miragem, uma ilusão de ótica. É o que se tem de explicação. E não há quem acredite que, dessa forma, possa, realmente, ser feliz. Uma lenda para as calendas.
post

Dos interesses por detrás da pedofilia na Igreja

Por supuesto

A malfadada Constituição de 1988, nem sei bem se merece letra maiúscula, entre os centenas, de não por acaso, artigos, um coíbe os meios de comunicação de afirmar algo que ainda não tenha sido julgado. De maneira bem clara e simples, o exemplo são os crimes em geral. Daí a imprensa apresentar assassinos confessos, filmados, fotografados, vistos e testemunhados como supostos criminosos, mesmo que não haja dúvida quanto a sua autoria. A hipocrisia demagoga, no entanto, não vale para todos e tudo. Quando se trata de questões de interesse do poder, seja global ou local, não há suposição. Essa é substituída pela afirmação categórica, pela imposição em contundente assertiva que não dá direito a dúvidas, sobretudo aos menos atentos às armadilhas da imprensa engajada. São os casos das invasões no Oriente Médio, das peripécias de Hugo Chaves, dos golpes econômicos, acidentes como o que matou o presidente da Polônia e de tantos mais. Sem mais delongas, ao que aqui interessa: as denúncias sobre pedofilia na Igreja Católica. Desajustes, peversões e desequilíbrios sexuais não são novidades. Nem hoje e nem sempre, seja em que atividade, grupo ou classe for. Independe. Na Igreja também. Aliás, sua história está abarrotada de escândalos. Das perseguições e aniquilação de outras seitas, passando pelas Cruzadas, Inquisição, às demências de alguns de seus representantes em conluio com outros poderosos insensatos ao longo de dois mil anos. Agora, não é novidade, um governo mundial, “governo sombra” está sendo implantado. O que foi paulatino durante décadas, agora acelera o passo. O complô tem o comando de banqueiros, grandes corporações donos de meios de comunicação, políticos, famílias reais européias e outras personalidades. Impõem-se por meio de organismos internacionais: ONU, FMI, OMC, Banco Mundial, BID, ONGs, essas financiadas pelo exterior e pelos próprios governos, sem qualquer controle, salários invejáveis, sem prestação de contas recursos milionários com que capitulam a imprensa e a utiliza para a “opinião pública” fabricada. O objetivo seria alcançado pela Organização das Nações Unidas (ONU) na consolidação da nova ordem mundial, com moeda, exército e religião comuns, para quebrar a espinha dorsal da soberania das nações emergentes ou subdesenvolvidas – especialmente aquelas detentoras de reservas estratégicas, como minerais, água e biodiversidade, onde o Brasil se destaca em primeiro plano. Trabalho das ONGs ambientalistas. Descaracterização cultural, internacionalização dos costumes, drogas, guerras localizadas, corrupção de políticos, controle da Educação, terrorismo e por aí a fora. No Brasil, o mais notório dos amarra-cachorros do esquema é o entreguista Fernando Henrique Cardoso. Seu papel como presidente do País foi o de destruir as Instituições Nacionais: Família, Igreja, Estado, Escola, Empresa, enfraquecer o Estado Nacional Soberano, minimizar a importância da Igreja, desmoralizar os princípios e valores fundamentais da Família, da Escola e da Empresa fortalecimento de pseudas entidades de direitos humanos; sucatear as Forças Armadas, subtraindo-lhes quaisquer possibilidades de cumprimento de suas missões constitucionais. E ainda, destruir a economia nacional entregando as empresas estratégicas ao comando internacional via eliminação de barreiras protecionistas, adoção da lei de patentes com efeito retroativo, privatização selvagem, para transferir o patrimônio real para os detentores do poder financeiro, controle da inflação, o que garante o lucro das aplicações de capital e tantos golpes mais levados a cabo por FHC. Esse, com sua “teoria da dependência”, é um dos líderes latino-americanos do entreguismo, o que é feito pelo Diálogo Interamericano, entidade supranacional encarregada de cumprir as ordens do poder internacional. Lula também está nessa. Não é por acaso que chegou a presidente. O neoliberalismo na América do Sul teve o comando dessa entidade, sempre, claro, dentro da cartilha internacional. Entre outras medidas, adotadas por Argentina, Brasil, Chile, Peru e outros, a criação do ministério da Defesa, para o controle civil dos militares, bem como a privatização de setores estratégicos: comunicações, energia, água, todos vitais para a sobrevivência no terceiro milênio. O ecoterrorismo é parte importante do esquema. O total controle dos meios de comunicação de massa é feito pela adesão de seus proprietários, que assim garantem lucro fácil; omissão, desconhecimento, negligência, despreparo, corrupção, passividade, covardia ou tudo junto, de jornalistas, completam o PIG – Partido da Mídia Adestrada. O papel da imprensa, além de o de idiotizar, como faz TV, se resume a desinformar e assustar com o bicho papão para atender a vontade do poder. Moldar a opinião pública. Desviar as atenções. A CFR (Consil on Foreign Relations), é o braço internacional do esquema encarregado de comandar, uniformizar, manipular e orientar a imprensa para que cumpra bem seu papel de esconder, maquiar e inventar fatos de acordo com as conveniências do momento e nunca supor, se o fato é relevante para os interesses do status quo, o poder mundial. É o caso da destruição da Igreja Católica, como está sendo levado a cabo via “supuestos” religiosos pedófilos. Mas a metralhadora não está apontada apenas para o Vaticano. É giratória e o alvo são todos os cultos, crenças, seitas e religiões existentes, cristianismo, judaismo, budismo, islamismo, que devem ser desmoralizadas, eliminadas, apagadas, banidas definitivamente e a consequente implantação de uma nova seita, aos moldes e linhas determinadas pelo poder mundial. Há quem sustentente que o Vaticano também estaria envolvido na trama macabra por meio de infiltrados no alto clero. De toda maneira, é o aprendiz copiando e suplantando o mestre. No caso, a própria Igreja Católica, que, por dois mil anos, destruiu, matou, crucificou, eliminou, em nome de Deus e tudo por um domínio único e total da humanidade.

Mais sobre o assunto:

Página principal do Blog do Jua

post

Blog do Juá, o livro


A editora ArtExpressa, de São Paulo, acaba de lançar o livro O Beijo do Perdão e o Córtex Pré-Frontal, de Juarez Campos. O livro reúne coletânea de críticas, ensaios, contemplações, crônicas, com reflexões sobre diferentes temáticas: política, filosofia, história, atualidade em geral, meio ambiente, comportamento, entre vários outros assuntos abordados pelo Blog do Juá. A iniciativa da Editora é a de levar as crônicas, sobretudo para os leitores que não possuem ou não se adaptam à leitura pelo computador. O livro ainda não se encontra nas livrarias físicas, mas pode ser adquirido via internet, diretamente com a Editora ArtExpressa.

Página principal do Blog do Juá.

post

Mentes devassas, ações libertinas num país prostituto

Cidade arreganha-se para receber membros alienígenas em desavergonhada orgia pública

A capital de Minas Gerais, Belo Horizonte, arreganhou-se toda para receber uma zambembe troupe do símbolo mor do Establishment, Mickey Mouse, em chamariz de multinacional suíça de laticínios. Fechou os olhos ao estupro de uma de suas poucas áreas que ainda oferecia um pouco de dignidade. A orla da Lagoa da Pampulha foi deflorada e desfolhada pela própria Prefeitura, agindo como cafetina ávida por entregar-se e aos seus bens mais preciosos, sem pudor, despojada de recatos e vergonha, e assim prestar todos os favores pelo tilintar de alguns trocados mascateiros. Esfolada, maltratada, arranhada, a cidade transformou-se numa quenga despudorada, na mulher de malandro que adora apanhar e ainda sorri, vangloriando-se da impudica impureza. Para agradar o cliente na esperança de ganhar una mentirita, (Cuba libre – que é tudo, menos isso) no final da orgia, libertina, a orla indefesa foi depilada, alisada, esfoliada, penteada, podada, arrancada, cortada, arrasada. Empetacada, foi desfigurada submissamente, servilmente, para o festim licencioso e o demagogiar do populismo despudorado, sob os aplausos incautos da plebe que, além de ignara, é cega e não quer ver. Libidinosa, recebeu prazerosamente os membros alienígenas, que introduziram-se em grupos, enfileirados, em orgíaco bacanal. Alheios e desinteressados, ignoraram que, não muito distante, a rapa do bom senso pranteava-se pela perdição pública e pela falta de amor próprio, respeito e vergonha de um País e de uma nação sem brio. Jamais poderá vingar-se do ultraje, pois na terra do promotor da farra, isso jamais seria possível. Seria um crime lesa-pátria. Lesa humanidade. Na soma, um atentado público ao pudor e à honra, coisas que por aqui não existem, pelo menos naqueles que se auto-intitulam administradores, pretensos zeladores da coisa pública, mas que usam a cidade como casa de encontros e surubas privativos.

Importante – Os sempre atentos e dedicados órgãos ambientais escafederam-se. Prometem voltar após a esbórnia para azucrinar a vida do cidadão comum e atazanar, inflacionar e atrasar empreendimentos importantes para coletividade.

Visite a página principal do Blog do Juá

post

Terremoto no Chile, também programado?

O homem não nasceu para construir cabanas
enternas neste palco de vaidades
Crescem os rumores de que também o terremoto que arrasou o Chile teria sido obra acelerada pelo HAARP – High Frequency Active Auroral Research Program -, sistema, financiado supostamente pelo governo estadunidense, com o propósito oficial de entender, simular e controlar os processos ionosféricos. Para muitos cientistas e governos, no entanto, a real missão do programa é o de controlar o clima do planeta, inclusive induzindo e produzindo catástrofes como terremotos. Especula-se que o HAARP seria uma arma capaz de controlar o clima provocando inundações e outras catástrofes. Em 1999, o Parlamento Europeu emitiu resolução onde afirma que o Projeto HAARP manipula o meio ambiente com fins militares, pleiteando uma avaliação do projeto por parte da STOA (Science and Technology Options Assessment), o órgão da União Européia responsável por estudo e avaliação de novas tecnologias. Em 2002, o Parlamento Russo apresentou ao presidente Vladimir Putin um relatório assinado por 90 deputados dos comitês de Relações Internacionais e de Defesa, onde alega que o Projeto HAARP é uma nova “arma geofísica”, capaz de manipular a baixa atmosfera terrestre. Além de outras catástrofes, que vêm crescendo em todo o mundo ultimamente, o HAARP é acusado de provocar tsunami em várias partes do mundo e, por último, os abalos que arrasaram o Haiti e o Chile. Cabem, no mínimo, duas interpretações óbvias, mas que somente o tempo poderá esclarecer. Uma, que os homens que pretendem governar o mundo em um governo único já desafiam Deus e a natureza, inclusive manobrando o clima de acordo com seus interesses. Duas, que isso é apenas um blefe disseminado pelos próprios pretensos donos do mundo, propagando uma força além das que já possuem, e com isso provocar medo e domínimo psicológico, como faziam governos como o soviético nos desfiles militares, apresentando gigantescos mísseis que só existiam de verdade na potentosa aparência. A manifestação do Parlamento Europeu, aliados nos esquemas estadunidenses, seria apenas um reforço para o mega logro, e não seria o primeiro e nem o último. Como os donos do mundo, que trabalham céleres rumo ao domínio total dos povos e nações julgam-se deus, não é de se estranhar que realmente desejam propagar esses poderes descomunais. Não seria novidade. Entre tantos exemplos, os dias seguintes ao terremoto que arrasou Lisboa em 1755, nas mesmas proporções do recente sismo chileno. A Igreja aproveitou o embalo do abalo para aumentar seu domínio sobre o povo. Ameaçava a população da capital portuguesa com mais castigos divinos, propondo a reforma dos costumes para apaziguar a ira de Deus. E é isso que o estabelishiment para um governo único mundial deseja e é a isto que nos conduz, reforma de costumes, um novo Deus e um mundo manso, obediente, robotizado e sob seu domínio total. Fé cega na faca amolada, unindo o excesso de ridículo ao excesso de horror, como diria Voltaire. O terremoto de Lisboa provocou uma onda de especulações, incluindo política, econômica, científica, religiosa e filosófica, essa contestando aqueles que, em nome de mais poder, atribuíam a catástrofe resultado da ira de Deus contra os pecados dos homens. Um dos filósofos que mais se destacaram nesses termos foi o alemão Immanuel Kant, não apenas no ponto de vista filosófico, mas também científico. A meditação sobre estes funestos acidentes é plena de ensinamentos. Constitui uma humilhação para o homem na medida em que o faz ver que não tem qualquer direito ou, pelo menos, se o tinha, já o perdeu, a esperar das leis da Natureza, decretadas por Deus, consequências puramente benéficas; e talvez por essa via o leve igualmente a compreender que esta arena de desejos não pode ser a derradeira meta de todas as suas aspirações. Considerando que é o homem que tem de aprender a adaptar-se à Natureza, embora pretenda que seja ela a adaptar-se a ele, recusa-se, no entanto, a considerar as catástrofes naturais como castigos divinos, infligidos às cidades dizimadas em virtude das más ações por elas cometidas. Este tipo de juízo é de uma imperdoável petulância – garante o filósofo – pois arroga-se a capacidade de decifrar e interpretar a seu modo os desígnios da divindade. O homem tem, na verdade, tamanha presunção que, pura e simplesmente, se julga o objetivo único das ações de Deus, como se estas não pudessem ter outro fim em vista senão ele, e todas as medidas para governo do mundo se devessem regular pelos seus interesses. Opondo-se à campanha intimidatória em oposição à campanha promovida pela Igreja, induzindo o povo a sentir-se culpado pelas catástrofes, Kant apresenta o conforto para o sofrimento humano causado pelo cataclismo: E assim se encontra o Homem nas trevas quando pretende adivinhar os objetivos que Deus terá em vista no governo do mundo. Mas já não há que ter incertezas quando se trata da forma como nos deveríamos adaptar aos caminhos da Providência, em conformidade com os fins por ela visados. O Homem não nasceu para construir cabanas eternas neste palco de vaidades. Haveria tantas diferenças nos acontecimentos de hoje? Falta nos Kant, Voltaire, coragem. Cuidai-vos dos homens. Eles vos levarão aos seus tribunais e açoitar-vos-ão com varas nas suas sinagogas. (Mateus 10,17). Voltaire preconizava: cultiva o teu jardim, isto é, deixa de especular sobre a metafísica do Mal e procura pôr fim a todos os males que conheces. Enfim, atua como se ninguém, além do homem, pudesse ajudar o homem no seu sofrimento.
Quem leu também vai querer saber:
Página principal do Blog do Jua
post

De novo, o diploma para jornalista.

De quando o entulho autoritário interessa ao corporativismo

Muito se critica os tempos dos governos militares. Nem vamos entrar no mérito aqui. Mas a expressão mais comum, quando se quer promover alguma mudança, o que não significa para melhor, é o “entulho autoritário”. Essas palavras mágicas são poderosas quando se quer acabar com algo que deu certo e implantar algo que não dará certo. Tudo em nome da democracia de araque à brasileira. Um exemplo em evidência é o desnecessário diploma para jornalista. Os grandes nomes da história do jornalismo brasileiro não freqüentaram as escolas de jornalismo. Não existiam. Passaram a ser obrigatórias para o exercício da profissão no auge dos governos militares como forma de doutrinação. Há de se considerar que a idéia primária de se criar escolas não foi dos militares, arrastava-se há décadas, os militares apenas colocaram-na em prática, por conveniência do momento. A primeira escola de jornalismo da América Latina foi criada por Cásper Líbero, proprietário da Gazeta Mercantil, em São Paulo, em 1947. Estava agregada à Faculdade de Filosofia Ciências e Letras. O Decreto No 28.923, de 1950, deu origem ao primeiro curso de jornalismo vinculado à Faculdade de Filosofia da Universidade do Brasil (atual UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro). No entanto, eram fatos isolados e não foram responsáveis pela formação dos grandes nomes da imprensa brasileira, a maioria autoditada e jornalista inato. Além do que, parece que a escola fez e continua fazendo um mal danado para a profissão de jornalista. Sem criatividade, semi-analfabeto, sempre alinhado e pensando mais no ter do que no ser. Justamente ao contrário do jornalista de verdade que é um estado de espírito, um ser um vocação, uma dádiva que não se adquire com um pedaço de papel chamado diploma. Mas nesse caso, em nome do corporativismo, o entulho é um grande achado. É o que acham. Aliás, para que escola de jornalismo se jornalismo no Brasil foi enterrado faz tempo?

Também sobre o assunto:

Escola não faz jornalista – jornalista faz escola

Página principal do Blog do Jua

post

Pais condenados por educar os filhos

Leis esdrúxulas, (in) justiça medíocre

O Juiz da cidade de Timóteo, Vale do Aço, Minas Gerais, condenou um casal por teimar em, realmente, educar os seus dois filhos em casa, não nos antros de drogas e descaminhos em que se transformaram os antigos educandários, sobretudo públicos. O crime, abandono intelectual. Isso como se nossas escolas fossem algum, bom, exemplo de conduta, moral, ética, disciplinar e ensinassem alguma coisa aproveitável. O método de educação em casa é usado, sobretudo, pelos estadunidenses onde, segundo o noticiário, existem cerca de um milhão de adeptos. Aqui, a grande democracia não permite. De acordo ainda com a (in) justiça de Timóteo, o Estatuto da Criança e do Adolescente determina que os pais ou responsável têm a obrigação de matricular seus filhos ou pupilos na rede regular de ensino. Bem, se for para seguir essas leis ao pé da letra, a Constituição também determina que a União ofereça e garanta ensino de qualidade para todos. Na prática, não ensina nada e qualidade, nem de longe. Aliás, a Constituição determina muitas obrigações para o Estado, todos ignoram e passam ao largo, mas ninguém é condenado. Segundo os famigerados especialistas, não se sabe em que, já que o ensino anda de mal a pior, “o estudo tem que estar associado à convivência social. A educação não serve apenas para o sucesso individual. É a socialização e em casa só existem os iguais, que pensam iguais. É fora de casa, em um processo de educação com pessoas com hábitos diferentes e regiões diferentes, que faz com que eu me eduque para a sociedade.”, completam. São também nas escolas brasileiras, as públicas principalmente, que se aprende indisciplina, direitos sem deveres, sobre drogas, tráfico e, acima de tudo, que não é necessário estudar, muito menos aprender para ser diplomado. Aliás, no Brasil, não se permitem mais o autodidatismo, o saber, o pensar. São perigosos, faz pensar diferente daquilo que o status quo exige. A uniformização, o pensar igual, o bando de robóticos a serviço do establishment internacional.
Página principal do Blog do Jua

post

Famílias e mães do Brasil: vergonhosa omissão…

…diante da irresponsabilidade de um ex-presidente, de um ministro
e de toda a Nação, ou o do que dela resta

O que leva um velho com mais de 70 anos, metido a intelectual, ex-presidente da República, a sair por aí defendendo a liberalização das drogas entorpecentes? Maconha, LSD, crack, cocaína e tudo quanto é alucinógeno e que tanta amargura, sofrimento e desespero representam para as famílias brasileiras?
Pois é isso que Fernando Henrique Cardoso, o Judas do Brasil, quer, defende e luta para que seja liberado, indo até para as bocas de fumo para a sua pregação insana. Como ocorreu no Morro Dona Marta, no Rio de Janeiro, na quinta-feira, dia 25 de fevereiro de 2010, segundo o Globo on line.
A desculpa foi gravar um documentário sobre a liberalização das drogas. E por que na boca de fumo? Freud explica. Não é segredo que o homem que ficou por longos e intermináveis oito anos entregando, doando, vendendo e desmontando o Brasil para uma confraria internacional, é capacho, uma espécie de vassalo, dos donos do mundo cujo objetivo, já quase alcançado, é um governo único mundial marginalizando ainda mais protótipos de nações como o do Brasil.
Cabe ao maior traidor da história do País, o pelego FHC, sem moral, sem vergonha e sem pudor, disseminar o vírus no Brasil e ainda colaborar com a sua proliferação pela América Latina, por meio de uma de suas grandes obras, a criação da Comissão Latina Americana sobre Drogas e Democracia, que fundou e mantém ao lado de outros entreguistas Sul-Americanos, a mando do status quo mundial.
Faz tudo isso com o dinheiro que fatura mensalmente dos despojos da viúva, pois, sem nunca trabalhar, é, na verdade, um grandessíssimo preguiçoso, aposentou-se em 1967, aos 37 anos e continua-se aposentando, como senador, presidente e outras aberrações que afanou imoralmente.
Sem dificuldades, FHC acelerou o processo de destruição da cultura nacional, aumentou a dependência e fermentou a imbecilização. Desenvolveu métodos para a concretização de uma ordem mundial fascista, criando um ambiente psicologicamente controlado em nosso País, cuja participação da imprensa entreguista foi e continua sendo fundamental.
Não existem amadorismo nem imediatismo nos planos e projetos para o domínio mundial. Tudo é minuciosamente estudado, elaborado e praticado, descartando qualquer por acaso. Os laboratórios e institutos conferiram especial atenção ao trabalho de destruição da família e à psicologia infantil e a droga é um desses caminhos, somado ao enfoque na sexualidade infantil e seus efeitos sobre o desenvolvimento da personalidade. Visa, como já sentimos os efeitos, produzir uma população adulta cujo desenvolvimento intelectual e emocional seja de crianças neuróticas, imbecis, idiotas, dependentes.
É aí que entram as drogas alucinógenas que FHC, o traíra-mor, defende e ainda conta com a ajuda de dementes e insensatos como o, pasmem, Ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. E ainda o pior da história: a completa, total e incompreensível omissão das famílias, das mães brasileiras.
Procurei, na internet, todas as associações, clubes, confrarias e tais, de mães. Nenhuma, sequer, manifesta-se sobre o assunto. E não há quem mais sofra com os filhos drogados e dependentes do que as mães. Por muito menos as guerreiras mães brasileiras já derrubaram presidente da República, já mudaram o rumo da história quando figuras que hoje dominam o País matavam para implantar o comunismo.
Não há desgraça maior do que as conseqüências das drogas. Falsas autoridades, por interesses pessoais, vergonhosos e lamentáveis, trabalham para a liberalização dos alucinógenos para enriquecer ainda mais os ricos, e a família brasileira ou o que dela resta, se cala, abaixa a cabeça, se esconde. Acovarda-se, resignada, esperando por algum super-herói para salva-las, bem ao estilo do que a coisa ruim, representada por FHC deseja.
Não foi por acaso que justamente nos governos deste cancro nacional que foram destruídas ou contaminadas irreversivelmente as instituições nacionais. As Forças Armadas, o Judiciário, o Legislativo desmoralizado, o Ministério Público, a imprensa, o ensino morro abaixo, a proliferação das drogas…
Esta chaga que responde por FHC é pau mandado do esquema mundial, é traidor e não sossegará enquanto não ver desmoronar o que ainda resta de Brasil e da família brasileira. E quem deveria ser a bengala, na prática é o buraco.
É na omissão dos bons que se fortalece a maldade dos maus
Ivan Teorilang
Página principal do Blog do Jua
post

Os girobinos do Brasil

Rei morto e rei porvir – Nem Jacobinos nem Girondinos, mas servis e demagogos engonçados fantoches do poder mundial
Em que posição política poderia encaixar o cabuloso José Serra? Dentro de nossos conceitos de esquerda e direita, em comparação com Lula da Silva, onde se encontra? Para os lulistas, o Cabuloso governador paulista representa a direita, para esse, Lula é esquerda situacionista. Para muitos, ambos são farinha do mesmo saco. Quando Ernesto Geisel resolveu por livre e espontânea pressão do poder internacional promover a abertura lenta e gradual, levado a cabo pelo presidente João Figueiredo, ambos, Lula e o cabuloso Serra estavam juntinhos nos palanques se apresentando com arautos da democracia. Apresentavam-se, ao lado de tantos outros, Ulisses, Tancredo, Teotônio etc. e tais, como os heróis a derrubar os governos militares e implantar a democracia. Nunca fizeram nenhuma nem outra. O fim dos governos de exceção ocorreu simultaneamente em todo o mundo. Deu-se quando o estabelishiment assim julgou necessário para levar a cabo o plano de domínio e governo único mundial. Depois vieram a queda da União Soviética, do muro de Berlim etc.. O resto foi conversa pra boi dormir, aproveitadores que ainda hoje não tiveram coragem, nem um, nem outro e ninguém, para denunciar o que realmente ocorre de verdade aqui e alhures. Todos comem na mesma gamela, ambos se lambuzam com o mesmo melaço internacional. Vendem a alma ao diabo para alcançar o poder, inda que limitado ao mundanismo doméstico e para encher o embornal como todos fizeram nos últimos 26 anos, talvez com exceção de Itamar Franco, o mais execrado de todos. Esquerda e direita poderiam ser o que ocorreu no final dos anos de 1960 e início dos anos de 1970. Os governos militares da chamada direita, ao lado dos Estados Unidos, das indústrias, da propriedade privada, dos bancos etc., e aqueles que lutavam para implantar a ditadura comunista, a esquerda, a favor de um governo único, sem direitos, sem iniciativa privada, sem propriedade privada etc.. Tudo isso supostamente, pois os mesmos que se diziam de esquerda naquela época, a favor do proletariado, idealistas etc., são os que hoje ocupam e se locupletam nos podres poderes, promovem escândalos financeiros, dinheiro na cueca, na meia e tudo o mais e ainda recebem indenizações milionárias. Uma espécie de compensação por não conseguirem implantar uma ditadura comunista, a esquerda, no Brasil. Serra e Lula, embora não tenham participado desse imbróglio de maneira efetiva, (como fez Dilma, com explosões, tiros, assassinatos e tudo o mais), hoje recebem essas mesmas indenizações da viúva. O primeiro porque, filho de papaizinho, achava bonitinho ser contra, contra qualquer coisa e, como FHC, foi pro Chile, pra ficar chic e bem na foto. Talvez já pensando num dinheirinho extra e fácil anos depois. Lula recebe um bom quinhão porque, depois que a carruagem já havia passado, já no final dos anos de 1970, promoveu algumas arruaças e passou uma noite na prisão. Resumidamente são essas as heróicas lutas pela democracia de ambos, Serra e Lula. Originalmente, porém, estes fundamentos, direita e esquerda, nasceram durante a Revolução Francesa, (aquela barafunda de traição que entrou para história e hoje é imitada pelo PT). O termo esquerda foi concebido pelo fato dos Jacobinos (a pequena e média burguesia, que sustentavam a radicalização do processo revolucionário) ocuparem a ala esquerda do parlamento francês, enquanto a ala direita era ocupada pelos Girondinos (a alta burguesia, que pretendia programar reformas mais moderadas). Em outras palavras, os Jacobinos (à esquerda) defendiam propostas mais radicais, tendo em vista o atendimento dos interesses das camadas mais populares, ao passo que os Girondinos (à direita) eram mais conservadores e lutavam fundamentalmente pelos interesses de sua própria classe. A partir daí, toda ação política de caráter mais popular, que visasse beneficiar as classes menos abastadas, recebeu o rótulo de esquerda. Já as ações de caráter mais conservadoras e elitistas, o de direita. Pois então… ?, Lula, FHC, assim como Serra, são, na acepção da palavra, demagogos paternalistas Jacobinos. Mas ao mesmo tempo defendem, com vigoroso e vergonhoso servilismo, os preceitos ditados pelos Girondinos modernos, a elite financeira internacional. Ambos, assim como os passados e seja lá quem num futuro próximo, não passam de uns Girobinos, mistura de Jacobinos com Girondinos. Em resumo, são nada, representam nada, muito menos mudanças ou uma luz, nem que seja de lamparina no final deste imenso e macabro túnel chamado Brasil. Nem com Lula, nem com Serra e nem com Dilma.
Página principal do Blog do Jua
post

Lula, no Haiti, faz do Brasil faxineiro dos carniceiros europeus

E por aqui, todos se calam, políticos, imprensa e até os movimentos negros, que desconhecem a própria história

O estado lastimável do Haiti tem porque e data. Começou exatamente em 1791 quando os negros africanos, subjugados covardemente pelos europeus, em especial ingleses, franceses e espanhóis, resolveram colocar um basta na terrível sofrimento da escravidão impiedosa.

A Bwa Kay Iman é considerada a primeira grande revolta contra o genocídio de negros depois de décadas de lutas e escaramuças. E, sob o comando de uma mulher, Cecile Fatiman, sacerdotisa Vudu, filha de mãe africana e pai europeu, transformou o Haiti na pátria mãe da dignidade, da humanidade e da liberdade dos negros nas Américas. A Linda mulata de olhos verdes, como é descrita nos anais, deu início aos levantes que lograram a luta contra a escravidão em todas as Américas. E isso com muita luta, esforço, dignidade e vontade dos negros haitianos que enfrentaram e derrotaram, em guerras sangrentas, ingleses, estadunidenses e até o exército de Napoleão para conseguir sua liberdade. E as lutas não custaram somente as vidas. Seguiram-se boicotes, extorsões e pressões por parte dos europeus.

A França promoveu a chamada Diplomacia das Conhoneiras, extorquindo, com a ajuda de outras nações brancas, as riquezas haitianas pelo resgate dos negros escravos que perdeu. Entre os anos de 1825 e 1947 a França arrancou a força, da pequena ilha, cerca de o equivalente hoje a 40 bilhões de dólares, sob a mira de seus canhões. Paralelamente, a Inglaterra, com receio de que suas colônias fossem perdidas para os negros africanos, proibiu o tráfico de escravos, não por humanidade, mas por temor de levantes e a perda das concessões, ao mesmo tempo em que promovia o boicote à nova Nação de negros guerreiros.

A medida foi seguida pelo já então independente Estados Unidos que passou a proibir qualquer tipo de comércio com o Haiti, dando início a uma nova covardia e a um novo estilo de domínio. O domínio da fome. O mundo deve muito ao Haiti e à sua gente valente. Teve peito, coragem, honra, decoro para enfrentar os poderosos que se julgam acima de tudo e todos e que ainda continuam dominando, escravizando, matando tudo que não seja europeu, israelense ou estadunidense. O boicote e as extorsões à República Abolicionista do Haiti perduraram e perduram ainda hoje, sob o comando de ingleses, estadunidenses, espanhóis e pelos campeões mundiais de igualdade, liberdade e fraternidade, os franceses.

Em 2004, quando se comemorava os 200 anos da libertação, da grande vitória haitiana, o então presidente desse País, Jean Bertrand Aristide, foi arrancado à força do palácio presidencial e enviado para a África onde ainda permanece isolado. O pecado de Aristide foi o de reivindicar que o mundo branco e rico da Europa e dos Estados Unidos reparação e restituição de tudo aquilo que lhe foi arrancado à força, inclusive os 40 bilhões de dólares extorquidos pelos franceses.

A elite mundial não admite rebeldes e nem suporta corajosos, como foram e os são os haitianos. Não esquecem as escaramuças de séculos passados. Não esquecem os atos de coragem de um povo sofrido, não perdoam os ideais de liberdade daqueles que julgam inferiores. Ainda acreditam que a medida certa contra esses valentes e destemidos negros, sejam as mesmas que utilizavam nos séculos 17 e 18, quando os negros revoltosos eram torturados e comidos vivos por cães especialmente treinados para alimentarem-se de carne de africano, ou eram feitos em pedaços com explosivos em seus órgãos genitais.

O genocídio do século 19, quando a população total africana foi reduzida de 50 milhões para 25 milhões, por atos desses civilizados europeus ainda não terminou. Agora, contando com os israelenses, roubam os órgãos das vítimas dos abalos que eles mesmos promovem na tentativa insana de por um fim definitivo a uma raça cujos defeitos são o de terem nascidos, serem negros, fortes, corajosos e destemidos e a petulância de não se sujeitarem à escravidão do branco europeu. E esse o povo, a Nação e o país que Lula acha que vai conquistar. Aqueles são os inimigos ocultos a que Lula acredita ser o cara e, mais uma vez, não passa de bobo da corte fazendo o serviço de faxineiro para os algozes da humanidade.

Enquanto isso, aquilo que se apresenta como imprensa no Brasil se cala, se esconde, foge e nada vê, como uma avestruz com a cabeça enfiada na lama. Assim também agem os chamados movimentos negros do Brasil. Desconhecem ou fingem desconhecer a luta de seus antepassados. Preferem esconder-se no manto das reivindicações e, no lugar da luta, da coragem, da disposição, preferem perpetuarem-se no cômodo sentimento de inferioridade exteriorizado por regalias e direitos especiais como cotas universitárias, como um atestado de inferioridade. As ações no Haiti não são humanitárias, não é difícil concluir tratar-se, na verdade, de invasão e o objetivo não é outro senão implantar a moderna escravidão disfarçada de falsa democracia monitorada pelos poderosos. Os mesmos escravocratas de séculos passados.

Página principal do Blog do Jua

post

Haiti: terremoto programado

Catástrofe pode ter sido obra humana, não um fenômeno natural
Em todo o mundo dos não engajados crescem as suspeitas de que o terremoto que arrasou o pobre Haiti e matou centenas de milhares de pessoas não foi um ato da natureza e, sim, programado e levado a cabo pelos estadunidenses e seus aliados europeus. Casa de Windsor, Clube de Roma, Bilderberg, Fundação Ford, famílias reais, Rockefellers, Rothschilds os bestas modernos que querem transformar o mundo todo em um grande feudo movido por autômatos, robôs a serviço de uma elite que se considera superior. É a Nova Ordem Mundial. É sabido que o sistema de dominação dos povos – redução da população e comando único mundial – envolve uma série de tentáculos, como os meios de comunicação, ONGs, governos e, claro, um enorme aparato científico e de experimentos desenvolvidos por centenas de cientistas em vários ramos de atividades, sobretudo voltados para uma complexa teia de controle financeiro, comportamental, e até do clima. Esse último a cargo do projeto HAARP (High Frequency Active Auroral Research Program, Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência), com base no Alaska, e sob o comando da Força Aérea dos Estados Unidos, a Marinha e a Universidade do Alaska. O manto é o de melhorar o conhecimento científico da dinâmica ionosférica, entender, simular e controlar os processos ionosféricos que poderiam mudar o funcionamento das comunicações e sistemas de vigilância. Essa capa, porém, camufla, mas não esconde totalmente o verdadeiro objetivo do sistema, O HAARP seria uma arma dos Estados Unidos, capaz de controlar o clima provocando inundações e outras catástrofes. Os venezuelanos, os únicos na América Latina com coragem para tal, afirmaram publicamente que o terremoto no Haiti poderia ter sido causado pelas armas produzidas pelo projeto HAARP. A arma teria capacidade de criar terremotos através da ressonância em placas tectônicas. O HAARP, isto está comprovado, é capaz de gerar violentos e inesperadas mudanças climáticas, de terremoto a descargas atmosféricas, de desgelo nos árticos à chuvas torrenciais, enchentes; do sistema áereo aos meios de comunicação etc. etc.. A HAARP também seria a responsável pela histeria do aquecimento global e suas graves consequência no desenvolvimento dos povos, atingindo, principalmente, países como o Brasil. HAARP pode ser usada como arma de energia dirigida, controle de tempo, um dispositivo para induzir terremotos e / ou de controllar mentes. Há uma unidade semelhante na Europa, a EISCAT, Sura Aquecimento Ionosférico Facility, localizado na Rússia. Embora as ações práticas sejam novas, a idéia é antiga e já havia sido tornada pública em 1958 pelo então Conselheiro Chefe da Casa Branca sobre alterações climáticas, Capitão Howard T. Orville. Ele disse, naquela época, que o Departamento de Defesa dos Estados Unidos estava desenvolvendo fórmulas capazes de manipular as cargas da Terra e do céu e assim afetar o tempo usando um feixe eletrônico para ionizar a atmosfera sobre uma área específica. O experimento, agora levado à prática do horror, já teria sido utilizado na Sibéria, antiga União Soviética e na província de Sichuan, na China. Nesse local, pouco antes do terremoto ocorreram distúrbios visuais no céu, partindo do principio de que os terremotos podem ser anunciados por mudanças na ionosfera na atmosfera terrestre superior. O aquecimento ionosférico refere-se ao aquecimento artificial da ionosfera, a parte mais alta da atmosfera, por meio da ELF (Extremely Low Frequency) ondas usados para, literalmente, ferver a atmosfera superior. Isso altera trajetos e a forma das nuvens de gás na atmosfera e assim torna-se possível o controle do clima. Um fato que despertou especialmente a atenção no terremoto do Haiti é que o mesmo violento sismo que praticamente destruiu esse país, em nada atingiu a vizinha República Dominicana, situado em área contígua. Como se fenômeno igual atingisse, por exemplo, o Rio de Janeiro e em nada afetasse, nem nas comunicações, os estados vizinhos, Espírito Santo, Minas Gerais e São Paulo. Teria sido, portanto, apenas mais um experimento para as armas do status quo internacional, considerando os interesses estadunidenses na área, e por se tratar de uma população extremamente pobre e negra, portanto dispensável à humanidade do ponto de vista da Nova Ordem Mundial. Especula-se, também, que teria sido apenas mais um ensaio para uma ação ainda mais ampla no Irã. As desconfianças sobre as ações estadunidenses são compartilhadas por grande parte da comunidade científica internacional e também pela Marinha russa. Em sua edição de 23 de janeiro de 2010 o jornal russo Pravda, publicou reportagem denunciando, com bases em dados oficiais, que o sismo que devastou Haiti foi claramente o resultado da política sionista de Barack Obama e o alvo principal seria o Irã. Após o desastre, os Estados Unidos enviaram onze mil soldados para o Haiti, dificultando, inclusive, o trabalho de ajuda humanitária prestados por outros países, como o Brasil. O jornalista investigativo estadunidense, Stephen Lendman, denunciou, recentemente, que 220 médicos e soldados israelenses em missão humanitária no Haiti, estão envolvidos em roubo de órgãos humanos e partes dos corpos que recolheram nos escombros. O primeiro-ministro haitiano, Jean-Max Bellerive, confirmou a notícia. No ano passado o jornal sueco Aftonbladet, denunciou que “as tropas israelenses roubaram e depois venderam os órgãos de palestinos que morreram sob custódia, no início de 1990.”.

Mais sobre o assunto:
O livre arbítrio – Apenas na vaidade e na soberba humanas
O casamento Gay no STF – Polêmicas, a história, o socrático amor invertido e as várias faces do amor
Bandeirantes e Pioneiros, meio ambiente, ingleses, o Brasil e o desenvolvimento atravancado
Programa Universidade para Tolos
Meio ambiente, Carlos Minc e a marcha dos maconheiros
Falsos Faustos vendem a alma do País aos Mefistófelis do Banco Mundial
EPIDEMIAS PROGRAMADAS – governo mundial, ongs, ambientalismo, Cousteau: as novas caras de Malthus, Russell, Marx, da eugenia, do nazismo, da…
Tartúficos cães de guarda – O jornalismo a serviço do sistema
Só os que têm personalidade ainda fumam
Lei antifumo coloca Minas na vanguarda da imbecilidade entreguista rumo a ditadura mundial
Em outros endereços:
http://www.espada.eti.br/n1207.asp
http://www.terra.com.ve/actualidad/articulo/html/act2159345-venezuela-asegura-que-terremoto-en-haiti-fue-causado-por-arma-de-eeuu.htm
http://phoenixaquua.blogspot.com/
http://www.boingboing.net/2010/01/18/haiti-haarp-and-cons.html
Livro Armas Eletromagnéticas (Projeto HAARP), Jerry E. Smith,

Página principal do BLOG DO JUA

O Homem não nasceu para construir cabanas eternas neste palco de vaidades
post

Com tantos me disseram…

Iria ao Barbeiro, ouviria uma ária, postaria uma carta e depois namoraria, recitando Quintana

É o que consta no que conta o me disseram…
E me contaram que o me disseram é o agente transmissor de 99% das notícias do comum, reportagem dos jornais-falados cotidianos, mantidos nas ruas pela força redatorial do anonimato, a rádio peão, reforçada pelos espaços livres, libertários e libertinos da cibernética.
E como Voltaire, quando lhe perguntaram o princípio de uma notícia, também responderia:
– Não estou bem certo porque me disseram…
E Voltaire nem sonhava com internet…
E me contaram que lá nos primórdios, quando apresentam a escrita ao Rei Tamuz, ele disse que a invenção era um perigo, pois as crianças se fiariam em demasiado nas palavras escritas e não mais se dariam ao trabalho de guardar na memória os ensinamentos. Nem os feitos… Nem a história…
E como são sábios esses sábios.
E não é que me contaram que Lucrécio disse que coisa nenhuma subsiste, mas tudo flui – Fragmento ajusta-se a fragmento e as coisas assim crescem – Até que as conhecemos e nomeamos – Fundem-se. E já não são as coisas que conhecêramos…?
E sabia das coisas esse Lucrécio.
E também me contaram que para Cândido de Figueiredo o me disseram é o habeas-corpus da vaguidade da fonte originária informativa e dentro dessa irresponsabilidade espolia-se, livre, a imaginação solta do narrador, é, pois, do domínio psicológico, um elemento de clara e nítida força…
E ele disse mais: sustentados pela pujança seivosa da inventiva sem possibilidade do ônus da prova, ninguém exige a documentação nem as credencias do depoente interessado na divulgação gratuita.
E continua o boato.
E as ruas, as casas, os ambientes ficam cheios…
E cheios de que? Cheios do me disseram…
E diante de tanto disse que me disseram, melhor ir ao Barbeiro e, lá, cantar uma ária e depois, ir ao correio…
E no Barbeiro, de Servilha, entoaria a Ária da Calúnia, de Gioacchino Rossini…
E … [A calúnia é como um vento
uma brisa quase gentil
que insensível, sutil,
levemente, docemente,
começa a sussurrar.
Pouco a pouco, rastejando,
em voz baixa, sibilando,
vai correndo, vai zumbindo,…].
E, nos Correios, postaria uma carta ao quem interessar possa.
E seria a mesma que Voltaire enviou a Rousseau, em 30 de agosto de 1755, com pequenas alterações:
__Recebi vossos novos me disseram. E eu agradeço. Agradará aos homens, a quem vós dirigis vossas verdades, e vós não as corrigireis. Não poderíamos pintar com cores tão fortes os horrores da aleivosia, sustentada pela covardia do anonimato do disse que disse, cuja nossa ignorância e nossa fraqueza prometem-nos tanta consolação. Jamais se empregou tanta vontade em querer nos tornar animais. Sente-se ganas de andar com quatro patas quando se lê vossas obras. No entanto, como perdi esse hábito há mais de cinquenta anos, sinto que infelizmente não tenho como retomá-lo, e deixo este comportamento natural aos que são mais dignos. (…).
E como, ao que parece, vossa saúde anda muito mal; seria necessário vir restabelecê-la respirando o ar das montanhas, gozar a liberdade, do crescimento, do desenvolvimento, beber o leite de nossas vacas e pastar o nosso capim.
E, muito filosoficamente e com a mais alta estima… etc..
E depois, iria namorar, pois me disseram que é bom demais.
E aos ouvidos dela, plagiaria Quintana…
E… o que quer dizer esta calúnia? – perguntou-me alarmada a boa senhora.
E o que quer dizer uma nuvem? – respondi triunfante.
E… Uma nuvem – disse ela – umas vezes quer dizer chuva, outras vezes bom tempo…
E assim é a vida. Às vezes chove, às vezes faz sol.

Na boca de quem não presta quem presta não vale nada.”
Anônimo

Página principal do Blog do Jua
post

Brasil vai ter tremor de terra. Mas também vai à lua e o mundo vai acabar

A cada novo ataque terrorista os Estados Unidos engrossam as fileiras das exigências castrando, sobretudo, a movimentação da pobreza mundial. Américas, afora a do Norte, África, Ásia etc.. Ou seja, a maldade está na pobreza. Basta matar todos os pobres, como deseja o establishment, pronto, o mundo será uma paz total. Um paraíso que só Adão e Eva, antes do fruto, tiveram o prazer do desfrute. E tudo isso seguido de uma série de avisos que novos atentados ocorrerão, que é preciso isso, aquilo e aquilo mais para evitar, até que BUUUMMM!! Mais um. O mesmo ocorre com os acidentes naturais, como o abalo no Haiti. Depois da catástrofe, é um tal de aparecer profetas prevendo outros, só que nunca dizem nem quando nem onde. Até que, BUUUMMM!!! Outra catástrofe para a novela começar tudo de novo. Todos sob o comando, claro, dos cavaleiros do apocalipse assustando e acuando as populações. Como faz o chefe do Observatório Sismológico da Universidade de Brasília, George França. Ele disse à BBC, posteriormente republicado em vários órgãos de imprensa, que não está afastada uma grande catástrofe sismológica no Brasil. Enumerando os fatores que contribuem para isso, ele completou dizendo que o País já teve um abalo que atingiu a escala de 6,2 graus, no Mato Grosso, em 1955. Claro que não podemos nos julgar livres dessas manifestações da natureza, mas as previsões assustadoras, os alardes e o pânico distribuído por França ficam ainda mais interessantes quando completa com o de sempre: que isso ocorrerá, mas só não sabe quando nem onde. O mesmo digo eu, o Brasil vai à lua, só não sei quando nem como. E o mundo também vai acabar. Só não sei quando nem como. E já que o assunto é previsão, vamos lembrar algumas para 2010. Alguma seleção de futebol vai ser campeã do mundo. Sei aonde e quando. Não sei qual. As eleições no Brasil serão vencidas pelos mesmos, no Senado e nas Câmaras. Sei quando e como. Disputarão a presidência Serra e Dilma, quem vai ganhar eu sei como e quando. E olha que nem cobro por previsões, hem? Sujeito, bêbado, assistia à Missa quando o padre, distraído, soltou: e Jesus, com cinco mil pães, deu de comer a cinco pessoas. O bêbado arrematou: isso também faço! Com o olhar de reprovação, mas sem deixar a estribeira cair, o padre olhou, marcou o bêbado e continuou firme até o fim. No outro domingo, o mesmo bêbado na Missa e o padre com o mesmo sermão. E Jesus, com cinco pães, alimentou cinco mil pessoas… Olhou pro bêbado e soltou: faz agora, faz… O bêbado: faço, com a sobra da missa passada… Previsões assim até eu faço.

Página principal do Blog do Jua

post

Belo Horizonte com síndrome de Abracourcix

Triste Nação onde árvore podre é mais importante que a vida humana

O que não falta em Belo Horizonte é árvore. Árvores podres caindo sobre carros, fiação elétrica, ruas, casas, na cabeça das pessoas e tudo o mais que estiver pela frente ou por baixo. Três vítimas fatais nesta sexta-feira, dia 15 de janeiro de 2010. As árvores estão podres. Caindo aos pedaços ou inteiras. Mas, mais podres ainda são os ecochatos lotados nos departamentos competentes (?). Mas esses não caem. Permanecem firmes no alto de suas empáfias e dos poderes ilimitados concedidos pelas Leis fajutas do Brasil ou pela malfada Constituição de 1988. Fajutas porque permitem escapatórias. Escapatórias para os graúdos, não para a raia miúda. Aqueles podem devastar milhões de árvores em qualquer lugar, seja em Conceição do Mato Dentro, seja em Paracatu ou lá longe, onde se pesca o pirarucu. A ralé não pode nem pensar em quebrar os galhos que ameaçam suas cabeças mais amedrontadas do que a do rei Abracourcix, o da Gália de Asterix, respeitado pelos seus súditos e temido por seus inimigos. Só tem medo de uma coisa: que o céu caia sobre sua cabeça. Já por aqui, a síndrome de Abracourcix chegou ainda mais feroz. O medo não é apenas de o céu despencar, mas dos prédios, das maquizes, das árvores, das balas perdidas, dos postes, dos fios, dos carros, além das cacas dos políticos que essas mesmas vítimas elevam e matêm nas grimpas, por séculos, séculos seculorum. Haja capacetes. Triste Nação onde árvore podre é mais importante do que a vida humana. Essa inversão de valores, esse desprezo pelo ser humano ocorre porque entre as coisas mais difíceis de conhecer, as que possuem valor universal, estão mais afastadas dos sentidos e dependem mais da mente e não das sensações. As ciências dos princípios. São as verdadeiramente exatas. Temos por aqui sensação de poder. Sensação de estar acima de tudo e de todos. Sensação de deliberar ou não sobre quem vive e como. Falta aquilo a que a Kant causava tanta perplexidade: a consciência moral. Platão, um dos maiores sábios de toda a humanidade acreditava que para ser governante era preciso, acima de tudo, ser sábio. Aqui, é ao contrário, para ser governante é preciso ser sabido. Isso basta, aliada com esperteza e total descompromisso a não ser consigo mesmo e seu bando.

Página principal do Blog do Jua

post

Eu vou seguir o português, e você?

Acredito que seja necessário, urgente, arrumar algum passatempo para as autoridades (quem?) para darem sossego às pessoas. É tal de inventar leis, que aos poucos estão nos levando a uma ditadura em todos os piores sentidos, se bem ser difícil encontrar bons sentidos nela. Mas a que está a caminho é da pior espécie. Não tem ditador. Não tem nome nem cara. É o tal sistema, este senhor incorrigível, tímido, age às escondidas, colecionando e distribuindo maldades de tudo quanto é espécie. Tem uma lei por sinal aprovada e assinada por um senhor que já confessou não gostar de livros nem de escolas, e, por conseqüência, com certeza, também de escrever, se é que saiba, além do nome para validar bobagens. Pois este senhor juntou a ignorância com o nada para fazer e assinou um Acordo Ortográfico, com outros países de língua portuguesa e decretou que a ortografia teria que ser uma só, sem regionalismos, sem diferenças entre elas. Em breve vão, por decreto, acabar com os sotaques. Lembrando que os demais países de língua portuguesa que o possuem, em Portugal está a língua mãe. Há umas quatro décadas, contando só o meu tempo de atenção ao assunto, promovem mudanças no ensino (o que??) brasileiro. A cada gestor de plantão, uma novidade. Para pior, claro. A pressa com que se fazem e desfazem essas mudanças, alcançam, também, as ortografias na língua portuguesa. São inumeráveis as alterações desde que Deodoro traiu Dom Pedro II. Essa inconstância, essa falta de rumo, essa volubilidade são apenas reflexos de um País que não sabe sequer para onde quer ir e muito menos se quer. É sinal claro, evidente de atraso cultural e de oportunismo político. Como no Brasil não se tem nem notícias de oposição, digo verdadeira, não esta, fantoche, de rabo preso e cambista de favores. Como também não temos imprensa, a verdadeira, livre, independente, a serviço da Nação, mais uma troça das autoridades (quem?), é enfiada goela abaixo de todos nós, pobres mortais. Em Portugal, pelo uma voz importante ergueu se contra mais esta palhaçada sem eira nem beira. O principal diário do país, Jornal Público, declarou, em editorial, que não aceita e nem vai adotar esta lambança que estão fazendo com a língua portuguesa. (Coluna ao lado) Como o jornal, também não vejo vantagem nem o porquê desta aventura internacional. Dizem que é para universalizar a língua. Como também lembra o diário lusitano, o inglês é, de fato, a língua mundial e oficial em mais de 50 países. Tudo isso sem acordo ortográfico. E também como o Jornal Público, não vou seguir essas regras que inventaram , e conclamo meus amigos a fazerem o mesmo. Isso mesmo, rebeldia. Chega de aceitar calado imposições, leis e decretos absurdos que estão corroendo nossa liberdade de expressão, de comunicação, de ir e vir e até de pitar nosso cachimbo. Eu vou ficar com o (jornal) português, e você?

Página principal do Blog do Jua

post

Direito Humano de Lula é o limiar da ditadura

Decreto segue a mesma linha dos maiores déspotas que o mundo triste e omissamente já conheceu

Hitler, Mussolini, Lênin, Mao Tsé-tung, que matou 77 milhões de compatriotas, Pol Pot, o mais sanguinário em termos relativos, de todos. Matou um terço da população de seu País, o Camboja, entre 1976 e 1979. Esses são os líderes inspiradores dos atuais detentores do poder no Brasil. Todos chegaram ao poder com discursos demagógicos, populistas, enganadores. Calaram a imprensa, desarmaram a população, criaram pseudos benesses, depois reinaram absolutos. Com a força, com o jugo, com violência, com horror e morte. E é isso que a turma de Dilma Rusself queria implantar no Brasil no período pós 1964. É isso que Lula e sua turma querem agora, para o Brasil. Mas todos se calam. Se não todos, a maioria. Muitos dos passos rumo à ditadura já foram dados, livres, soltos, sem pedras no caminho. Um importante passo, um pulo, foi dado agora com o tal decreto de direitos humanos assinado pelo que está presidente. É um proclame de ditadura. E essa interessa, no momento, ao Establishment oligárquico internacional que age para implantar o governo único mundial. A ditadura universal. A limitação das soberanias dos Estados nacionais é um dos principais itens da agenda hegemônica da elite mundial nas últimas décadas, principalmente o eixo anglo-americano e seus apêndices europeus. Problemas ambientais, direitos humanos, crises humanitárias, promoção da democracia e outros tópicos de grande apelo entre a opinião pública são as armas empregadas e manipuladas para promover o estabelecimento de estruturas de governança única mundial, subjugando povos e países. E continuamos passivos, omissos, como se nada fosse com a gente. O maior traidor do País, até então, foi Fernando Henrique Cardoso. É garçom no Clube de Roma, no Bilderberg, os comando do golpe contra o mundo. O próprio FHC já declarou que ele e Lula têm a mesma escola. Ambos pertencem ao Fórum de São Paulo. Ambos vendem o Brasil. Ambos são traidores. Ambos querem a submissão do povo e para tanto se submetem e se entregam ao domínio alienígena. Acorda, Brasil!!!

Mais sobre o assunto:

Página principal do Blog do Jua

post

Fair-play da Fifa no massacre em Angola: preconceito é isto aí!

Hipocrisia internacional ignora vítimas de país pobre e de negros

A Fifa, Federação Internacional de Futebol do alto de sua hipocrisia ignorou totalmente o massacre em que foi vítima a seleção de futebol de Togo, África. A entidade, soberba, racista, preconceituosa, arrogante, manteve o torneio em Angola, obrigando, inclusive, a seleção agredida a participar, mesmo depois de perder alguns de seus membros, vítimas de emboscada quando viajavam em um ônibus. A pergunta é: o tal torneio seria mantido, caso as vítimas fossem as grandes e famosas equipes européias e seus valiosos atletas? Du-vi-de-o-dó. Alguém duvida? Duvido… Os atletas foram literalmente metralhados; Imagine o estado psicológico desses homens! A insegurança… Mas, em nome do dinheiro para a Fifa, terão que entrar em campo e jogar bola para deleite da elite internacional. E essa mesma afetada Fifa, que promove campanhas anti-racistas mundo à fora, nada faz, efetivamente, contra as manifestações claras e públicas de racismo nos estádios europeus. Mas, em nome do dinheiro os ofendidos continuam, mesmo humilhados, maltratados, ignorados como seres humanos. Suportam, pois o dinheiro está acima da dignidade. Assim como agora, na África, o dinheiro acima da vida. Por aqui, é tudo silêncio. Silêncio da imprensa. Silêncio das autoridades. Silêncio de todos, como sempre enterrando, como a avestruz, a cabeça na areia para não ver os problemas. E as entidades também se calam. Preferem concentrar esforços nas cotas universitárias.

PS. – O Governo de Togo determinou, posteriormente, o retorno da seleção, sem participação no torneio.

Página principal do Blog do Jua

post

Está tudo bem? Pero no Mucho

O acaso nem sempre protege os distraídos
O senhor que está presidente da República, Luiz Inácio, apregoa que o País nunca esteve tão bem. A maioria acredita. Fazer o que? O Brasil não está, nunca esteve e nem estará tão bem, tão cedo. Falta um projeto para o País. Ele segue a toque de caixa ao bel prazer do acaso. E o acaso nem sempre protege os distraídos. E o Brasil é distraído. Tão distraído que permite construções aleatórias e sem critérios em suas encostas, sobretudo a beira mar, para depois de desmoronar tudo, descobrir que o local é impróprio para construções sem os devidos critérios. Como anda sempre distraído, descobre, depois de alguma catástrofe, que a maioria de suas pontes nas rodovias foi construída nos anos de 1960 e que, além de velhas, não foram projetadas para o tráfego e para os pesos dos caminhões de hoje. Absorto como ele só para as responsabilidades, ainda não descobriu que a maioria dos seus mais de 150 mil medicamentos não serve para nada. Que os propalados remédios genéricos, de tão genéricos, não cumprem o que prometem e, em muitos casos custam mais do que os originais, os remédios de marca. Um País tão entretido com suas falácias e mentiras, que nem nota que as políticas sociais e educacionais são totalmente equivocadas. Incentivam ao contrário. Suas campanhas por sexo seguro e antidrogas têm efeito contrário, incentivam o sexo pura e simplesmente e impulsionam o consumo de drogas. Ou é preciso ter um monte de diploma para entender a psicologia infantil e da adolescência? Só pode ser de caso pensado, como são levadas a cabo. A distração chega também aos presídios. Enquanto milhares perambulam pelas ruas sem emprego, sem casa, sem comida, sem assistência, em completo abandono, degenerados, assassinos, seqüestradores pusilânimes de todas as espécies, recebem cama, comida, segurança, tratamentos médicos e odontológicos e, por que não?, emprego por beneplácitos oficiais, que também se incumbem de estabelecer leis benevolentes e compreensivas que fermentam a criminalidade. Um País que continua injusto, invertendo valores, punindo quem age corretamente. Um País que continua sem rumo, sem direção, empurrado com a barriga, despreparado e irresponsável. Não está bem agora e não estará tudo bem, nem no ano que vem. Se vai bem, é só na cachola das autoridades competentes (?) e naquilo que hipoteticamente seria imprensa. Bem?, pero no mucho.