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Escola não faz jornalista. Jornalista faz escola


O jornalismo a serviço do sistema
O Superior Tribunal Federal (STF) derrubou a exigência de diploma para o exercício do jornalismo. Atirou no que viu, acertou no que não viu. O assunto é melindroso, pois muitos colegas que ralaram na faculdade ficarão olhando de “banda”. Mas fazer o que? A verdade é que escola nunca fez e jamais fará um jornalista, jornalista é que sempre fez e poderá até voltar a fazer escola. O curso serviria, no máximo, para alguma técnica para ludibriar incautos, assim como agem as faculdades de Direito, onde aprende-se muita coisa, nenhuma para a prática da Justiça. A verdadeira. Como não existe mais imprensa, não justifica ter jornalista. A não ser que haja candidatos ao auto-engano, à ilusão como os fantoches das redes de televisão a começar, e sobretudo, pela maior delas. Robôs que posam de jornalistas sem nunca terem sido, pelo menos na acepção do termo. Todos os meios de comunicação do planeta estão sob influência direta da CFR (Council on Foreign Relations ) – que alias, conta com o apoio do Brasil, dita as normas, a linha e uniformiza os meios de comunicação. Ou você acredita ser coincidência os jornais publicarem as mesmas versões e o mesmo enfoque das notíticas e as rádios tocarem as mesmas besterias em todos os pontos do País? O governo Lula da Silva queimou R$ 303 mil de nosso dinheiro, via BNDES e Embratur, na revista “Foreign Affairs”, editada pela CFR. Mas, senhores jornalistas inocentes úteis diplomados e tantos outros globalmente mais úteis que inocentes. Lulinha Trairinha não está só. Está em curso, de forma acelerada, a verdadeira globalização, a instalação do governo mundial, comandado oficialmente pela ONU, mas dominado pelos poderosos do mundo. (Há vários artigos a respeito aqui nesta mesma página). Esse governo único mundial, se já não as detem, terá moeda, exército e religião únicos, e não mede esforço, e muito menos dinheiro, para quebrar a espinha dorsal da soberania dos povos. O Brasil, graças aos seus entreguistas, que venderam as almas ao diabo, tem sido presa fácil. Claro, com o apoio incondicional e indispensável daquilo que chamam de imprensa, meios de comunicação, mídia, média etc.. Reforçados pelas ongs, promovem a descaracterização cultural, internacionalização de costumes, comportamentos, drogas, guerras localizadas, corrupção de políticos, controle da educação, terrorismo. Algum item familiar ao Brasil? Tem uma tal de Comissão Trilateral que gerou o Diálogo Interamericano. Os membros brasileiros são: Fernando Henrique Cardoso, o maior vendilhão da história brasileira, Luiz Fernando Furlan, Jacqueline Pitanguy, João Sayad e Roberto Teixeira da Costa. O Sr. Luis Inácio Lula, o humilde e inocente operário, e o Sr. Victor Civita, participaram da fundação. O primeiro desligou-se com a tarefa de criar o Foro de São Paulo, outro braço da armação contra o mundo, contra o Brasil e contra os povos. Na escala, seriam uma espécie de faxineiro do Bilderberg, do Clube de Roma… A imprensa, e você, caro jornalista diplomado, é co-participe disso tudo. Inocente ou não. E você, jovem, foi escolado para isso. E às vezes nem sabe, ralou quatro anos na “facu”, para trabalhar, quase de graça para esses senhores que imaginam-se Deus. Na escola, certamente, não lhes mostraram nem a capa da cartilha da guerra silenciosa dos dominadores do mundo e nem revelaram que os meios de comunicação, cúmplices, são os principais disseminadores do demoníaco programa. Mostraram-lhe, por acaso, por que daquele tom paternalista dos telejornais, principalmente do carro-chefe da imbecilização brasileira? Contaram-lhe o por que do tom infantilizador, chegando ao debilitante, como se o espectador fosse uma criança pequena ou um débil mental? Ou você aprendeu isso como “técnica”? Pois saiba que essa “técnica”, tem objetivos: quanto mais se procura enganar o espectador, mais se adota um tom infantilizante. “Freud explica”: “se se dirige a uma pessoa como ela tivesse 12 anos de idade, então, devido à sugestibilidade, ela terá, certamente, uma resposta ou uma reação tão destituída de senso crítico quanto de uma criança de 12 anos.”. Por que, meu caríssimo jornalista diplomado, você acha que a população brasileira perdeu todo o senso sobre tudo? Por que estaria a cada dia mais imbecilizada, mais conformada, mais um tanto de outros deméritos? Fruto de um incansável trabalho de colegas diplomados, pós-graduados e paus mandados pela vaidade e pelos trocos que recebem. Quando você, jornalista diplomado, aprende a apelar pelo emocional, a escola, na verdade, está lhe enganando, pois você será mais uma peça na engrenagem dos poderosos. Apelar para o emocional é uma técnica clássica para fazer curto-circuito à análise racional e, portanto, ao sentido crítico dos indivíduos. Além disso, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para ali implantar idéias, desejos, medos, pulsões ou comportamentos… Robotizar. Imbecilizar. Esse tem sido o papel do jornalista profissional no Brasil, pois ensinam-lhes isso as 20.423 escolas de jornalismo. Portanto, você não estará fazendo um grande trabalho jornalístico, mas uma grande traição ao ser humano, ao seu povo e servindo aos seus algozes. Cabe à imprensa ou essa coisa que leva esse nome no Brasil, atuar de modo a que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para o seu controle e a sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes inferiores deve ser da espécie mais pobre, de tal modo que o fosso da ignorância que isola as classes inferiores das classes superiores seja e permaneça incompreensível pelas classes inferiores”. Cabe também ao jornalista diplomado, pós-graduado, pêagazado, encorajar o público a comprazer-se na mediocridade. De sua estultice. Incentivar-lhe a se regozijar de sua estupidez, de sua idiotice, de sua vulgaridade, de ser inculto. Esse é o papel, por exemplo, de um Faustão, jornalista diplomado, que cuida de graduar as sobras de Xuxa, responsável pela base, pelo primeiro grau da mediocridade. Enfim, meu caríssimo, minha caríssima jornalista diplomado, a escola veio para isso, para fazer de você um inocente útil. O bobo da corte com diploma na parede. Não se preocupe com o fim do diploma, você tem mais chance de ser um verdadeiro jornalista sem ele. Saiba que entre outros tantos papeis que o jornalista diplomado deve exercer, é cátedra, é fazer o indivíduo acreditar ser ele mesmo o único responsável pela sua infelicidade e seus problemas, por falta de inteligência, incapacidade etc… Cabendo ao jornalista diplomado, fazer com que o indivíduo, ao invés de revoltar-se contra o sistema, desvalorize-se e culpabilize-se, criando um estado depressivo que tem como um dos efeitos a inibição da ação, a passividade, o aceitar calado, o acomodar-se, o aceitar-se como um tolo, néscio, imbecil, insensato, inepto; estúpido… e assim continuar elegendo e reelegendo figuras como FHC, Lula, Sarney e tantas outras pragas que pululam por aí. Jornalista verdadeiro é revolucionário! É contestador! É lutador! Sofredor! Idealista! E não entra e nem participa de sistema. E sabe, acima de tudo, que sem ação, não há revolução!… O diploma, no entanto, oferece uma grande vantagem. Com ele pode se prestar algum concurso e virar assessor de Sarney e outras chagas…
Creso, rei da Lídia, o oráculo de Delfos, Ciro, o Grande e o jornalista diplomado
Conta a história que Creso, rico e poderoso rei da Lídia, foi consultar o oráculo de Delfos quando preparava-se para atacar o império persa em 550 aC. Creso mandou sacrificar 300 animais em homenagem a Apolo e entregou ao oráculo um milionário presente todo em ouro, prata e estátuas. Para assegurar-se do sucesso da invasão, perguntou à Pitonisa: “Creso deveria ou não atacar os persas?”. Os deuses disseram: “Se Creso empreender a guerra, um grande império será destruído.”. Incentivado pela resposta e crédulo de que os deuses estavam do seu lado, Creso invadiu a Pérsia e foi esmagado por Ciro, o Grande, rei da Pérsia e levado preso para a capital Ecbatana. Revoltado com a traição do oráculo, Creso foi tomar satisfação com os profetas, que responderam de pronto: a profecia fora confirmada. Creso invadiu a Pérsia e destruiu um grande império, o seu próprio império, a Lídia. Assim são as escolas. Fazem o futuro jornalista diplomado crer que vai mudar o mundo. E vai mesmo. Para pior e transformá-lo numa ditadura colonial e única. Vai atuar na redentora e derradeira Revolução. A dos Porcos…

Comments

  1. Caro Juarez,concordo com sua postura, até mesmo pq já havíamos conversado acerca do tema. Por uma questão de interesse próprio, discordo no que tange aos cursos jurídicos. Os advogados precisam do
    lado técnico que os cursos de Direito oferecem e cabe ressaltar que muitos -os que querem- aprendem SIM a verdadeira justiça- temos que sempre crer isto.
    Abraços e continue sempre expondo suas opiniões em artigos de interesse geral.
    Abraços
    Mineira.

  2. BLOG DO JUA says:

    Não se trata, necessariamente, da escola propriamente dita, do professor ou aluna de Direito e ou outro curso qualquer, mas do currículo que devem seguir. Aí que mora o perigo.
    O editor.

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