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Palavras convencem, os exemplos arrastam


Uma coisa é o cidadão comum emitir sua opinião e sugerir ações radicais para a solução de alguns problemas crônicos do País. Outro é uma autoridade constituída, de alta patente, insinuar o mesmo. Os pesos e os reflexos são bem diferentes e as conseqüências ainda maiores. O presidente Lula, às vezes, parece se esquecer de sua posição. Tem cometido pecados que deveriam, no máximo, se limitar a pensamentos e, nunca, a atos e palavras. É o caso de, mesmo que indiretamente, mas inconseqüentemente, incentivar a invasão de propriedade privada, como fez na última sexta-feira. Pode até ser que não fosse essa a intenção, mas foi o que se entendeu e a população, já assustada, agora teme por mais uma onda de vandalismo e de desrespeito à propriedade privada. É bom lembrar: se as palavras convencem, os exemplos arrastam. Comentário – 06 10 2003

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